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‘Ginga’, nova mascote do Mineirão, recebe os visitantes nos dias de jogos

O nome foi escolhido em uma votação entre os funcionários do estádio

O Mineirão ganhou uma mascote: a vira lata Ginga, de três meses, foi adotada e ganhou um espaço totalmente preparado para ela dentro do Gigante da Pampulha. Além de estar cercada de funcionários que lhe dão proteção e carinho, ela também se diverte nas dependências da arena, correndo pela grama sintética em companhia dos colaboradores, passeia pela Esplanada e recepciona os visitantes que se surpreendem com o filhote com olhos de cores diferentes. 

mascote
Mascote foi doada ao estádio por uma menina de dez anos,
que se tornou a madrinha do pet (Foto: divulgação)

Segundo a gerente de Comunicação e Relações Institucionais do estádio, Ludmila Ximene, o Mineirão possui uma vocação natural para receber os animais. “Na Esplanada já foram realizadas seis feiras de adoção de animais. Nos dias de jogos, acontece, também, a Arcãobancada, onde os torcedores podem assistir às partidas junto de seus cães em um espaço especialmente preparado para eles. Com todas essas ações, pensamos: por que o Mineirão não tem seu próprio mascote?”, explica. 

O nome da mascote foi escolhido em uma votação entre os funcionários. Bowie, Lambreta, Caneta e Dibra estavam entre as opções. “Tinham muitas opções interessantes, muitos nomes criativos, mas, em um templo do futebol, ginga é o que não pode faltar. Os colaboradores fizeram essa escolha e nós achamos que tem tudo a ver com ela e com o Mineirão”, detalha Ludmila. Para a gerente, Ginga foi paixão à primeira vista. “Assim que vimos uma foto dela, sabíamos que ela seria especial”, detalha.

A mascote foi doada ao estádio por uma menina de dez anos, chamada Letícia, que se tornou a madrinha do pet. Ela pode visitá-la quantas vezes quiser e já foi até em um jogo na Arcãobancada para ficar pertinho da Ginga. “A atitude da Letícia foi muito bonita, porque ela entendeu que, doando a cachorrinha para o Mineirão, irá incentivar as pessoas a adotarem mais animais com consciência, já que o estádio promove várias feiras de adoção”, explica a estudante Adriane Cristina Diniz, mãe de Letícia. Para ela, todos os animais merecem a chance de serem amados, sendo eles vira-latas ao não. “A Letícia quer contribuir com isso e acha que a Ginga será muito importante nessa luta”, explica Adriane acrescentando que se ela pudesse, Letícia teria um canil em casa, pois quer adotar todos os cães abandonados que vê pela cidade.

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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