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Com conteúdo e diversão, Seresto participa do Simpósio Brasileish

Marca defende que prevenir é o melhor remédio contra a leishmaniose

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Cláudia Guimarães, da redação

claudia@ciasullieditores.com.br

Pensando em seu comprometimento e papel na saúde pública, a marca Seresto, da Bayer Saúde Animal, marcou presença e foi, também, um dos patrocinadores ouro do XX Simpósio Internacional de Leishmaniose Visceral Canina, do Grupo Brasileish. O evento ocorreu nos dias 09 e 10 de novembro, no Auditório da Escola de Veterinária da PUC, em Belo Horizonte (MG), com o objetivo de discutir o que há de novo na prevenção e tratamento da zoonose.

Em seu estande, Seresto promoveu inúmeras atividades interativas com o público. Entre elas, a brincadeira "Tapa Certo", que a marca adaptou para "Serestapa”. Com mãozinhas de plástico, os participantes deveriam bater em uma das 10 cartas escolhidas para cada rodada do jogo. Quem acertasse mais, ganhava um brinde Seresto. E essa não foi a única ação do estande da marca: os veterinários presentes do evento também participaram de sorteios para ganhar brindes. A equipe Bayer sorteou 6 Serestos por dia, 3 malas com estampa de Seresto e quatro categorias de Advantage Max 3 (P, M, G e GG).

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Seresto foi um dos patrocinadores ouro do XX Simpósio
Internacional de Leishmaniose Visceral (Foto: C&G VF)

Para estender as brincadeiras para além do estande, Seresto propôs outra atividade: uma dinâmica de dupla, onde os congressistas deveriam procurar a mesma numeração Seresto colada no crachá. A dupla que desse "match” ganhava um brinde da empresa. “Nossas dinâmicas sempre são pensadas com o objetivo de engajar as pessoas e promover interação. Gostamos de pensar em ações relacionadas com a marca, mas que possibilitem diversão e momentos de descontração em meio ao conteúdo científico. Gostamos de estimular a competitividade, porque sempre torna a brincadeira mais atrativa e divertida. Foi sucesso de público”, comenta uma das consultoras Técnicas da Bayer, Camila Camalionte.

Também consultora Técnica, Tatiana Pavan, menciona que Seresto acredita em uma Medicina Veterinária ética, onde o trabalho conjunto tem, não apenas o poder de disseminar informação, mas, também, de incentivar e estimular estudantes e colegas no desenvolvimento do pensamento crítico.  “É necessário unir forças no combate dessa grave zoonose, pois temos essencial papel no compartilhar de informações para conscientização da população quanto ao diagnóstico, possibilidades de tratamento e, principalmente, a prevenção, que ainda é a melhor e mais efetiva ferramenta contra a leishmaniose. Quando se trata dessa doença, todas as formas preventivas devem ser consideradas”, reforça.

Presença que vale ouro. Tatiana afirma que, por se tratar do principal evento anual relacionado à leishmaniose visceral canina, é de extrema importância a participação de Seresto. “É um produto que confere eficácia comprovada na prevenção da doença em cães e gatos. Muito se fala sobre a leishmaniose em cães e, nos últimos anos, as atenções têm se voltado para a questão do aumento dos casos na espécie felina. Estudos têm demonstrado, cada vez mais, a importância de darmos a devida atenção aos felinos, considerando suas peculiaridades fisiológicas, a fim de compreendermos melhor o comportamento da leishmaniose nesses animais, a resposta imunológica e seu papel na transmissão da doença”, pondera.

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Tatiana Pavan é consultora técnica da Bayer e ministrou
uma palestra sobre Seresto durante o simpósio (Foto: C&G VF)

Tatiana também foi a responsável por ministrar uma palestra sobre a funcionalidade e eficácia de Seresto no palco do simpósio. Neste momento, ela explicou que a coleira está disponível no mercado em dois tamanhos: a pequena (P), com 38cm e atende cães de até 8kg e gatos de todos os pesos; e a grande (G), com 70cm e atende cães acima de 8kg. “A Seresto é sinônimo de inovação, é uma coleira que possui uma tecnologia exclusiva onde não há ativos na parte externa, somente dentro da coleira, o que garante todas as características que a tornam um produto diferenciado no mercado”, avalia.

Além disso, o produto não tem cheiro, não tem pó e possui ação prolongada que garante proteção até 8 meses aos animais. A coleira é resistente à água, tem liberação lenta e segura e protege o pet contra pulgas, carrapatos, piolhos – exclusivamente em cães –, e contra a leishmaniose. “A partir do momento em que você coloca no animal, acontece, imediatamente, a liberação dos ativos que estão dentro da matriz da coleira e eles passam a ser distribuídos na pele, no pelo e na camada lipídica”, discorre.

Em até 24 horas, acontece a liberação e a eficácia contra pulgas e, em 48 horas, contra carrapatos e mosquitos. “Se acontecer a reinfestaçao do animal, até duas horas, ocorre a morte das pulgas e até 6 a morte dos carrapatos. Para que tenhamos a eficácia do produto, o animal não precisa ser picado pelo inseto, não tendo ação sistêmica. Por isso temos o selo do ‘melhor sem picar’”, cita Tatiana.

Colocação. Na visão da consultora, esse é um tópico importante para ser orientado junto aos clientes, já que a coleira possui algumas peculiaridades. “A G é a maior coleira do mercado, então, se não servir para o pet, dificilmente terá outra opção. Por ser um produto importado, ela pode vir com conectores do lado de fora, que é importante que sejam retirados para não incomodar o animal, assim como as etiquetas em nossas roupas”, compara.

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Uma das brincadeiras propostas aos participantes pela
marca foi a "Serestapa", que entregou diversos brindes
(Foto: C&G VF)

Segundo ela, a colocação é intuitiva e o que sobrar deve ser cortado. “Mas algo que sempre ouvimos é se é possível dividir a coleira para mais de um animal, utilizar o restante em outros pets. Orientamos a não fazer isso”, esclarece. O produto deve permanecer em contato com o pescoço para ocorrer a liberação, o que necessita de reajustes semanais, porque, nas atividades rotineiras dos pets, a coleira pode se desprender um pouco.

No caso dos gatos, muitos tutores têm receio de colocar qualquer acessório. “Logo que coloca é comum que o pet coce, pelo incômodo de ter acabado de receber a coleira, mas ele ficará bem após o período de adaptação. Seresto também conta com um mecanismo de segurança, em que, se o animal fizer um pouco mais de força, libera a coleira. Isso garante a segurança do animal”, assegura.

Dúvidas frequentes. Como dito anteriormente, a coleira é resistente à água, portanto, o animal pode tomar banho com ela. “Mas orientamos o tutor a retirá-la, dar o banho e voltar a colocar. Se optar em manter a coleira, é preciso tomar cuidado na hora da secagem, porque ela é de borracha e vai aquecer, podendo provocar algum ferimento pelo aquecimento”, alerta e adiciona que, o princípio ativo não sai do animal apenas nesse período de banho.

Outra possível ocorrência é a ingestão da coleira. Segundo Tatiana, se o animal a engolir, a principal preocupação é em relação ao corpo estranho, já que a liberação dos ativos é interrompida quando entra em contato com a água, o que dificulta um quadro de intoxicação. “Seresto pode ser colocada em cães a partir de 7 semanas de vida e em gatos a partir de 10 e é o melhor custo x benefício do mercado, porque uma Seresto equivale a 8 pipetas mensais, principalmente em pacientes que fazemos triagem para dermatopatias alérgicas, e também é equivalente a 2 comprimidos e meio por mês”, verifica.

Como será 2020? Segundo a gerente de Marketing de Animais de Companhia da Bayer, Ana Letícia Gulin da Silva, a marca adora inovar, por isso, tem realizado várias experimentações relacionadas ao marketing. “Temos ‘saído da casinha’, por isso, temos ideias, sim, para o próximo ano, para que a marca continue pensando no bem-estar dos animais, das famílias, do meio ambiente, assim como na inclusão, nas questões sociais e toda causa positiva que pudermos abraçar. Apoiamos o grupo LGBT da empresa, nos preocupamos com os animais e com os seres humanos que compõem essa família brasileira”, declara.

Realizar essas ações é essencial, na visão de Ana Letícia, principalmente para que elas cheguem aos tutores, a fim de que eles estejam conscientes sobre a prevenção de doenças. “Isso porque queremos o bem-estar da família e muitas dessas enfermidades são transmitidas dos animais para os seres humanos. Quando Seresto fala que está preocupada em prevenir enfermidades e no bem-estar dos animais, estamos pensando, também, no conforto de todos. Esperamos que a população brasileira tenha cada vez mais consciência da importância de prevenir, porque sabemos que as pessoas estão, ainda, muito ligadas ao tratamento, esquecendo a importância de prevenção. Queremos mostrar que, pensando no custo x benefício entre prevenir e tratar, prevenir sai bem mais em conta do que arcar com as terapias. Fazemos questão que nossas campanhas cheguem aos tutores, por isso fazemos atividades onde eles estão”, finaliza.

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