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Empresa visa crescer no mercado de antioxidantes para linha pet

Produtos são utilizados para preservar alimentos, retardando a deterioração

O mercado de alimentos para pet registrou, em 2017, mais de 3% de aumento na produção, quando comparado ao ano de 2016, atingindo 2,6 milhões de toneladas, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações, São Paulo/SP). E para 2018, o sindicato prevê crescimento semelhante. 

Com perspectivas positivas, a cadeia se movimenta e investe em novos negócios. A Camlin Fine Sciences (CFS, São Paulo/SP), com sede na Índia e unidades no Brasil, investe no mercado de antioxidantes natural e tradicional. “Nosso objetivo em relação ao ano fiscal anterior é de um crescimento em torno de 32% na América do Sul em antioxidantes tradicional e natural, além de outros aditivos na linha pet. Temos investido em inovação e aumento de capacidade produtiva em solo brasileiro para que possamos ampliar nossa atuação no mercado”, declara o diretor Geral da empresa para América do Sul, Luciano Monteiro. 

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Certos aditivos na dieta dos pets têm a finalidade de
oferecer um alimento balanceado (Foto: divulgação)

A expectativa é fechar o faturamento mundial em torno de US$ 200 milhões. “O ano de 2017 foi muito desafiante, mas a perspectiva é crescer cerca de 25% a 35% ao ano entre 2018 e 2021. Desenvolvemos estratégias específicas para produzir novas tecnologias, que possam otimizar este rendimento e produtividade. Investimos de 7% a 10% do faturamento mundial em pesquisas e no desenvolvimento de soluções inovadoras”, ressalta Monteiro. 

No Brasil, a expectativa de faturamento no ano fiscal corrente é de R$ 46 milhões. Na América do Sul, a CFS está presente com centros de distribuição e/ou fábricas em: Brasil (regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste), Buenos Aires (Argentina); Montevidéu (Uruguai); Santiago (Chile) e Cochabamba (Bolívia). 

Por que aditivos? Os antioxidantes, de acordo a United State Food and Drug Administration (Usfda, EUA) são utilizados para preservar alimentos, retardar deteriorização, rancidez ou descoloração devido a oxidação. Os mais comuns são os compostos fenólicos conhecidos como BHA (hidroxianisol butilado) e BHT (hidroxitolueno butilado), que também protegem as gorduras e os óleos dos alimentos de ficar rançoso ou desenvolver um sabor diferente. Há, também, os antioxidantes naturais, dentre eles, os tocoferóis (vitamina E). 

Para assegurar os parâmetros nutricionais dos alimentos são incluídos na dieta certos aditivos, com a finalidade de oferecer uma dieta balanceada. “Nossos aditivos antioxidantes são eficazes na conservação de gordura de origem animal e vegetal, vitaminas e outros ingredientes que estão sujeitos ao processo oxidativo, oferecendo assim uma alimentação adequada aos animais de forma segura”, explica Monteiro. 

Em seu portfólio, a CFS destaca a linha de antioxidante que tem como princípio ativo o BHA. “Destacamos os blends:  Xtendra 522, Xtendra 539 e o Xtendra 516, os quais proporcionam alto desempenho nos produtos aplicados. Na linha natural, oferecemos a linha Nasure, composta por tocoferóis, extrato de alecrim e ácido cítrico”, comenta a gerente Comercial da Unidade de Negócios Petfood, Jacqueline Kenia Fonseca do Nascimento. 

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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