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Estudo avalia condição corporal dos gatos e atitudes de seus tutores

Profissional acredita que questões comportamentais não foram verificadas
tomenota
Edição nº 224 está disponível em

Os felinos chamam atenção pela forma que exploram o mundo, além do fato de ser uma espécie considerada ativa e com muitas peculiaridades em suas raças. Tal comportamento é base de um estudo norte americano que avaliou o nível de atividade voluntária de gatos e concluiu que aqueles com excesso de peso são menos ativos que os magros e que a falta de exercício é influenciada pela interação social com humanos. 

A veterinária e sócia fundadora da clínica Mia Via Medicina Felina (Belo Horizonte/MG), Tathiana Mourão dos Anjos, afirma que o nível de atividade física voluntária dos gatos é influenciado não somente pela interação com os humanos, mas, também, com o ambiente em que vive, sendo essencial para o bem-estar ideal do felino. 

A profissional comenta, ainda, que é comum felinos apresentarem indisposição para atividade física voluntária e que, se dentro do domicílio não houver nenhum estímulo, o gato irá apenas comer e dormir. Porém, questões comportamentais não foram consideradas no estudo, na visão de Tathiana. “Os animais foram submetidos a um regime alimentar bastante anti-fisiológico, apenas uma vez ao dia, por uma hora. É sabido que gatos comem pequenas porções de alimento várias vezes ao dia. Por isso, também, questiono sobre a metodologia utilizada porque, além de não ser o natural do felino, fica a pergunta em relação ao processo de adaptação dos gatos estudados nesse tipo de manejo alimentar”, pontua. 

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Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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