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Linha da Hill’s Pet Nutrition combate problemas gastrointestinais

Portfólio apresenta inúmeras opções de dietas adequadas para cães e gatos

Cláudia Guimarães, em casa

claudia@ciasullieditores.com.br

Os distúrbios digestivos são todos aqueles que reduzam a digestão e/ou absorção de nutrientes ou que alteram a passagem pelo trato gastrointestinal de pets. De acordo com a consultora Profissional Veterinária da Hill’s Pet Nutrition, Larissa Risolia, entre os principais observados em cães são: a gastroenterite aguda e crônica, colite, constipação, diarreia, pancreatite, insuficiência pancreática exócrina e síndrome da má absorção, que é ocasionada em algumas situações como doença inflamatória intestinal e linfangiectasia.

A profissional comenta que o aparecimento de sinais clínicos gastrointestinais, como vômito e diarreia, pode estar relacionado a diversos distúrbios que acometem esse sistema e não há idade específica que esteja relacionada com o seu surgimento, considerando as diversas doenças envolvidas. “De maneira geral, as manifestações dos sinais clínicos são semelhantes entre cães e gatos e envolvem: diarreia, vômito, dor abdominal, aumento da produção de gases, perda de apetite e, até mesmo, perda de peso”, enumera.

Dietas hipoalergênicas, com alta digestibilidade e
ricas em fibra são as opções de manejo alimentar das
afecções gastrointestinais (Foto: reprodução)

Observação do veterinário. Como destacado por Larissa, é muito importante que o médico-veterinário verifique a porção intestinal acometida no caso da ocorrência de diarreias e, também, a duração do aparecimento dos sinais clínicos para poder classificar a alteração em aguda (até duas semanas) ou crônica (a partir da terceira semana).

Ainda de acordo com a executiva, o veterinário deve observar alterações em exames complementares que podem ser: exames de sangue (albumina, proteína total, globulina e bioquímicos, “TLI” trypsin-like immunoreactivity), ultrassonografias, endoscopias e biópsias. “O histórico clínico do animal também deve ser levado em consideração, principalmente, em casos de pancreatite. Além disso, no caso de suspeita de hipersensibilidade alimentar deve-se sempre realizar seu protocolo de diagnóstico por meio da dieta de eliminação pelo período de 8 à 12 semanas”, orienta.

Ela conta que existe, atualmente, uma classificação para as diarreias que envolve a responsividade aos tratamentos, sendo elas diarreias responsivas ao alimento, responsivas a antibióticos, responsivas a imunossupressores e diarreias não responsivas. “Essa classificação também pode ser utilizada pelo médico-veterinário com objetivo de determinar a melhor conduta do paciente”, adiciona.

Como tratar? Larissa informa que, do ponto de vista nutricional, há três linhas principais de manejo das afecções gastrointestinais, são elas: 

  1. Dieta com alta digestibilidade, também conhecida como gastrointestinal: “Esse perfil de alimento é indicado para o tratamento de vômito e diarreia agudos (como no caso de parasitose, pancreatite e infecções virais) ou no tratamento de doenças que provoquem a redução da digestão ou absorção dos alimentos (como insuficiência pancreática exócrina ou síndrome do intestino curto)”, explica. 
  1. Dietas hipoalergênicas: Esse perfil de alimento, segundo Larissa, é indicado em casos de hipersensibilidade alimentar e doença inflamatória intestinal. “O animal torna-se sensível a moléculas de grande peso molecular e pode apresentar o desencadeamento de reações alérgicas, que ocasionam o aparecimento dos sinais clínicos. Nestes casos, quando utilizamos alimentos hidrolisados obtemos melhores resultados”, discorre. 
  1. Dietas ricas em fibra: Segundo a profissional, essas dietas são utilizadas no tratamento de enteropatias responsivas a fibras, como é o caso de alguns tipos de colite. “Normalmente, o animal que está com o intestino grosso acometido possui este tipo de diarreia. Animais que apresentam constipação também se beneficiam do uso de dietas ricas em fibra, pois este nutriente pode auxiliar na captação de água, formação do bolo fecal e normalização do trânsito intestinal”, elucida.

Nessa fase de tratamento de uma doença gastrointestinal,
o tutor deve priorizar o fornecimento do alimento
correto (Foto: reprodução)

A colaboração dos tutores, na visão de Larissa, é primordial em todos os tratamentos veterinários mas se torna ainda mais importante no caso dos distúrbios gastrointestinais: “É muito importante, nesse momento em que o animal se encontra mais fragilizado, que o tutor priorize o fornecimento do alimento correto. Dessa forma, é possível garantir que todos os benefícios provenientes do perfil da dieta sejam aproveitados pelo animal. Além disso, é importante verificar se a quantidade de alimento que é fornecida está atendendo à necessidade energética do animal, o que pode ser feito com o auxílio de um veterinário e evita alterações de peso e de condição corporal”, salienta e insere que o fornecimento de petiscos e outros tipos de alimentos deve ser evitado nesse momento até a recuperação do animal para evitar agravamento do quadro e, para isso, a colaboração dos tutores é essencial.

Atenção à alimentação. Larissa explica que pacientes que estão apresentando sinais gastrointestinais vão possuir necessidades nutricionais específicas. “Dietas com este perfil são capazes de aliviar os sinais clínicos, reabastecer as reservas de nutrientes, normalizar os movimentos peristálticos e reparar o epitélio e a microbiota intestinal. Isso pode ser obtido com a inclusão de um perfil adequado de fibras, fornecimento de ingredientes altamente digestíveis, inclusão de eletrólitos para repor os que foram perdidos pelo vômito e diarreia, uso de prebióticos para restaurar a microbiota intestinal e proporcionar a produção de ácidos graxos de cadeia curta que irão auxiliar na manutenção da mucosa intestinal”, menciona,

O jejum, que, de acordo com a executiva, já foi muito comum nos casos de distúrbios gastrointestinais, hoje, não é mais recomendado: “Uma vez que se sabe que essa prática pode provocar atrofia das vilosidades, imunossupressão e, até mesmo, translocação bacteriana. Sendo assim, preconiza-se a alimentação do animal e, de preferência, com dieta contendo o perfil adequado para proporcionar melhora mais rápida e eficaz do paciente.

A Hill’s possui o alimento Hill’s prescription diet i/d Gastro Intestinal cão que é formulado para cães adultos com distúrbios gastrointestinais. “Na forma seca, está disponível nos tamanhos 2kg e 10,1kg e, também, na opção pedaços pequenos nos tamanhos 2kg e 7,5kg. Este alimento também pode ser encontrado na forma úmida, o Hill’s Prescription Diet i/d Cuidado Digestivo cão, que está presente na lata de 370g. Para gatos com distúrbios alimentares, o alimento indicado é o Hill’s i/d Cuidado Digestivo felino, comercializado em latas de 82g”, compartilha.

Larissa adiciona que, no caso de cães com hipersensibilidade alimentar e doença inflamatória intestinal, a Hill’s conta com o alimento Hill’s Prescription Diet z/d cão, formulado para cães adultos com alergia alimentar e reações adversas ao alimento. Ele está disponível na forma seca no tamanho de 3,63kg e pode ser encontrado, também, em pedaços pequenos no tamanho de 3,17kg. Sua versão úmida é encontrada em latas de 370 gramas. Por fim, para cães com enteropatias responsivas a fibra, a Hill’s possui o alimento Hill’s Prescription Diet w/d Multi-Benefit cães, encontrado na versão seca no tamanho 1,5kg e 3,8kg e na versão úmida é encontrado em latas de 370g. Esse produto também está disponível para gatos na versão seca de 1,8kg.

Para gatos com distúrbios alimentares, o alimento
indicado é o Hill’s i/d Cuidado Digestivo felino
(Foto: reprodução)

Saúde em primeiro lugar. O produto Hill’s i/d Gastro Intestinal Cão acaba de ser reformulado e lançado, pois possui a proposta de atender os pets com distúrbios gastrointestinais que necessitem de um alimento com alta digestibilidade e que forneça ao animal todos os nutrientes que ele precisa. “Além disso, esse alimento repõe nutrientes perdidos pelo quadro de diarreia e de vômito proporcionando o retorno mais rápido às concentrações fisiológicas de eletrólitos para evitar o aparecimento de outros sinais clínicos como anorexia, letargia e fraqueza muscular. O seu perfil de fibras é o adequado para proporcionar efeito prebiótico e reestruturação da microbiota intestinal e, ainda, para impactar na melhora da qualidade das fezes por meio da normalização da motilidade intestinal e interação com o bolo fecal”, descreve.

De maneira geral, este alimento atende grande parte da casuística de pacientes com distúrbios gastrointestinais das clínicas veterinárias que correspondem a gastroenterites agudas e colite de estresse. “Mas a Hill’s entende os diferentes manejos para os diferentes tipos de diarreia e, por isso, possui soluções personalizadas para cada uma delas”, garante Larissa.

Segundo a profissional, a Hill’s Pet Nutrition conta com o auxílio de um centro de pesquisa localizado em Topeka (EUA), que disponibiliza o que tem de mais novo na ciência para formular os melhores alimentos para cães e gatos: “Sempre visando fornecer, de forma precisa, os nutrientes essenciais para proporcionar melhor saúde, bem-estar e longevidade aos pets”, finaliza.

Confira algumas embalagens de produtos citados:

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