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Tumor venéreo transmissível acomete grande quantidade de cães

Patologia afeta principalmente fêmeas caninas jovens e sem raça definida

Responsável por acometer uma grande quantidade de cães no mundo, o tumor venéreo transmissível Canino (TVT) faz parte da mais antiga linhagem celular somática conhecida, tenho adquirido 1,9 millhões de mutações ao longo de 11 mil anos.

Afetando principalmente fêmeas caninas jovens e sem raça definida, o TVT é uma neoplasia com lesões facilmente localizadas, geralmente na vulva, vagina, pênis e prepúcio, produzindo manifestações bastante características. Devido ao hábito social dos cães de lamber ou farejar a genitália externa de outro animal, os tumores também podem ser encontrados em regiões anatômicas, como a cavidade bucal e nasal.

A transmissão ocorre de forma venérea, através do contato sexual, dada pela transferência de células neoplásticas de um animal doente para outro saudável. E pode ser encontrado em todos os continentes, com uma maior prevalência em zonas de clima tropical, subtropical e em grandes centros urbanos, com maior incidência na primavera e verão.

Se tornando metastático em apenas 5% dos casos, seu diagnostico pode ser feito através de exames físicos, onde é possível observar as lesões tumorais nas genitálias ou nas áreas extragenitais. As manifestações variam de acordo com a localização, sendo comuns episódios de hematúria, disúria e obstrução mecânica do fluxo da urina, quando o sistema urinário é acometido.

Para o tratamento, atualmente existem várias opções para lidar com o problema, como excisão cirúrgica, radioterapia, quimioterapia, fotodinâmica entre outras possibilidades.

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Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.  

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