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2019: relembre os assuntos abordados nas reportagens de capa da C&G

Temas retrataram os casos mais recorrentes dentro das clínicas veterinárias

Cláudia Guimarães, da redação

claudia@ciasullieditores.com.br

Piscamos e já estamos na contagem regressiva para 2020. Entre um preparativo e outro para o réveillon, você pode relembrar, com a gente, os 12 temas de reportagens que a C&G VF trouxe em 2019.

O ano começou com foco na leishmaniose e te mostramos como não confundi-la com outras patologias. Segundo nossos entrevistados, sinais como emagrecimento progressivo, esplenomegalia, linfadenomegalia, lesões alopécicas assimétricas, ulcerativas e de difícil cicatrização em plano nasal podem ser comuns a muitas outras doenças e se apresentam em casos de leishmaniose.

No segundo mês de 2019, destacamos os nutracêuticos no combate ao câncer: a prescrição nutricional pode ser uma aliada ao tratamento oncológico, mas para se garantir benefícios, esta precisa estar na medida certa. Para isso, segundo as fontes da reportagem, é preciso conhecimento tanto em Nutrição e em Oncologia. Um paciente oncológico que não recebe uma alimentação adequada, possivelmente está em um desequilíbrio nutricional maior do que um paciente em que o tutor é mais atencioso com a alimentação.

Em março, mostramos com diagnosticar e combater os cálculos urinários. A reportagem mostra que a urolitíase pode ser causada por diferentes fatores e levar à formação de cálculos. Estes, precisam ser analisados, a fim de descobrir sua causa inicial para elaborar um protocolo terapêutico específico para cada caso.

Já em abril, desvendamos quando os antibióticos são vilões ou heróis no tratamento de animais de companhia. Diante de tantos debates em relação ao uso dos antibióticos, o papel do médico-veterinário é de grande importância, talvez até maior que o do médico, em virtude do número de espécies em que se realiza a antibicoticoterapia.

“Doença inflamatória intestinal em cães e gatos” foi a temática abordada em maio. A enfermidade atinge animais com meia idade e, infelizmente, na rotina de gastroenterologia, é uma das principais afecções atendidas. Em gatos, a distinção entre doença inflamatória e linfoma intestinal é um dos maiores desafios clínicos. Os animais diagnosticados devem manter-se, principalmente, desparasitados e vacinados e o uso de medicamentos em longo prazo é uma variante individual, ou seja, alguns animais conseguem se manter estáveis somente com manejo nutricional com episódios espaçados de reagudizações e outros não.

Por sua vez, a capa de junho, o sexto mês do ano, foi ilustrada com a anemia hemolítica. A anemia, segundo os veterinários entrevistados, se caracteriza pela diminuição da massa eritróide no sangue periférico, se encontrando abaixo dos valores de referência, de acordo com a espécie, raça e idade. No entanto, a anemia não é um problema isolado, mas, sim, um sinal de uma enfermidade pré-existente.

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Reportagens de destaque abordaram doenças que acometem pets e
atuações do médico-veterinário (Foto: reprodução)

Em julho, mês gelado, respondemos a questão “será que inverno é sinônimo de dor?”, relacionando com a osteoartrite. Considerada a principal enfermidade articular presente na rotina clínica de pequenos animais, ela apresenta, em seu tratamento, um desafio ao médico-veterinário. Os animais afetados apresentam relutância em se movimentar, dificuldade em realizar algumas atividades, podem apresentar irritabilidade, mudança de comportamento e se automutilar pela dor persistente.

A úlcera indolente, algo comum na clínica, mas, muitas vezes subdiagnosticada, foi explanada na edição de agosto da C&G VF. Veterinários afirmaram que, para evitar a recidiva, é necessário conhecer, entre outras coisas, sua causa base. Esse tipo de úlcera é um defeito de cicatrização e, sem o próprio diagnóstico e tratamento específico para esse tipo de lesão, o animal apresenta desconforto crônico com o risco futuro de perder a visão.

No mês do médico-veterinário, demos enfoque àqueles que se tornam especialistas. O Título é um diferencial na carreira do profissional e traz impactos positivos em sua carreira. Além do crescimento pessoal e reconhecimento pelo mercado de trabalho, o aprimoramento vem de encontro com os aspectos éticos da profissão, trazendo à população um serviço de qualidade.

Outubro não poderia deixar de ser rosa! Apontamos que os estudos na Oncologia Veterinária Brasileira não param. A exemplo disso, mencionamos o resultado do encontro de um grupo de profissionais especializados em Oncologia: um novo consenso sobre neoplasias mamárias. Sobre as mudanças nos protocolos preventivos e terapêuticos, a castração passou a ser sugerida entre o primeiro e o segundo cio.

Novembro, por sua vez, veio para reforçar que um problema sempre pode levar a outro. Prova disso é o tema abordado na reportagem: obesidade e inflamação. Um animal obeso pode desenvolver processos inflamatórios e o que se sabe hoje sobre o tecido adiposo pode ajudar a diminuir o problema. Mas, pesquisas sugerem também que muitos tutores não sabem reconhecer a obesidade em seus animais, o que dificulta a terapêutica.

Por fim, neste mês, trouxemos a imunoterapia no tratamento de atopia. Frente às doenças alérgicas, este tratamento capacita o sistema imunológico a tolerar os alérgenos que o animal é sensível, tornando-o alérgico. Os alérgenos que mais comumente podem desencadear doenças alérgicas e pruriginosas nos animais são: bactérias, fungos, ácaros, pólens e gramíneas.

Se você ainda não leu a reportagem de capa de dezembro, corre para a nossa revista on-line. Além dela, todas as nossas edições, não apenas deste ano, estão disponíveis gratuitamente por lá. Você também tem a opção de baixar nosso aplicativo para iOS e Android para ter todas as nossas edições a um toque.

Agora te perguntamos: algum palpite sobre o tema da primeira edição de 2020? Também aceitamos sugestões! Enquanto isso, relembre as ilustrações de 2019:

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