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Ceva prepara algumas dicas para proteger os cães dos fogos de artifício

Artefatos podem causar estresse e medo nos animais de companhia

O mês de dezembro traz as aguardadas comemorações de Natal e Ano Novo, mas, para os cães, o momento de alegria pode ser sinônimo de estresse, por conta dos fogos de artifícios, que são utilizados nas festas. 

A espécie possui uma audição aguçada, por isso detectam sons a longa distância. Durante a queima de fogos, os animais ouvem o barulho alto e estridente dos fogos em uma frequência diferente e não conseguem identificar a origem do ruído, por isso, o interpretam como uma ameaça, isso causa pânico e medo. É comum que os cães se escondam e, em casos graves, a fobia pode até mesmo provocar a fuga ou acidentes. 

Por isso, é necessário investir em medidas que auxiliem os cães a lidarem com o problema. Pensando nisso, a médica-veterinária e gerente de Produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec, preparou cinco dicas que podem ajudar a melhorar o bem-estar dos cães durante esse período. 

A primeira é não deixar o animal sozinho: “É comum que o cão fique agitado. Alguns podem correr pela casa, outros podem tentar se esconder em locais perigosos. O ideal é que o animal não fique sozinho, pois ele pode se machucar ou até mesmo tentar fugir por conta do pânico. É indicado que o tutor deixe o cão em quarto preparado e aconchegante fique junto ao pet. Isso evita acidentes e, muitas vezes, serve como ferramenta para minimizar o medo do animal”, orienta. 

Colocar algodão no ouvido também pode ser uma saída. “Abafar o som é uma estratégia que pode auxiliar a diminuir o estresse do animal. A medida é simples, basta enrolar um chumaço de algodão e colocar no ouvido do pet. O item deve ficar firme para não cair da orelha durante o momento de agitação, porém é preciso tomar cuidado ao introduzir o algodão para não machucar o animal”, explica. 

Para segurança do pet, preparar um quarto com os acessórios, brinquedos preferidos e comidas/petiscos que ele goste é essencial. “O tutor também deve manter as janelas e portas fechadas (para abafar o barulho) e torne o momento agradável, oferendo o petisco preferido e brincando com ele. Como muitos animais se escondem por conta do barulho e podem acabar buscando abrigo em locais perigosos, a melhor saída é criar um refúgio em um ambiente seguro”, indica. 

Priscila também aponta Adaptil como uma ótima ferramenta para auxiliar os cães a lidarem com o desafio dos artefatos. “O produto, um análogo sintético do odor materno canino, auxilia na adaptação dos cães em situações​ adversa​s do dia a dia, trazendo a sensação de segurança, conforto e bem-estar. O tutor deve plugar o Adaptil Difusor na tomada no ambiente onde o cão ficará durante a queima de fogos com pelo menos três dias de antecedência. O produto é espécie-específico, ou seja, só os cães conseguem identificar o odor no ambiente e tem a duração de 30 dias”, discorre. 

Mas, se as comemorações envolverem viagens, é imprescindível acostumar o animal com o carro antes. “Isso fará toda a diferença para o pet e ajudará no controle da ansiedade, agitação e medo”, relata. O treinamento, nesse caso, segundo ela, é baseado em primeiro acostumar o cão com o carro parado e depois passeios curtos com o veículo. O objetivo é acostumar o cão com os sons, cheiros, e movimentos, assim no momento da viagem o animal estará adaptado. “Além disso, o tutor pode borrifar o Adaptil Spray na caixa de transporte e no veículo, o produto irá auxiliar o cão a lidar melhor com a situação e transmitirá a sensação de segurança e conforto. Para segurança do cão, mantenha-o em caixa de transporte ou utilize o cinto de segurança específico para evitar acidentes”, finaliza. 

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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