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Ceva realiza ações para o combate da leishmaniose visceral canina

Empresa aposta em conceito de dupla defesa para o combate à zoonose

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O Brasil é um dos principais focos de leishmanioses (cutânea e visceral) no mundo, sendo o País que registra mais casos nas Américas. Em média, o Brasil registra, aproximadamente, 3.700 casos de leishmaniose visceral e 20 mil casos de leishmaniose cutânea por ano. A Ceva Saúde Animal considera este assunto de extrema importância, uma vez que se trata de uma zoonose. 

Para o médico-veterinário, gerente Técnico da Unidade Pet da Ceva Saúde Animal, Claudio Nazaretian Rossi, o grande problema está relacionado ao fato de se tratar de uma doença imunossupressora, de caráter agudo a crônico e sem haver evidências, até o momento, de tratamentos que promovam cura parasitológica do cão acometido. “Isso significa dizer que uma vez infectado, o animal se torna portador (reservatório) do agente causador da enfermidade para o resto da sua vida. É, portanto, considerado primordial que se utilizem as medidas direcionadas ao controle do vetor (remoção de matéria orgânica do ambiente para fins de diminuir a quantidade de flebotomíneos transmissores do parasito) e prevenção do cão por meio da utilização das medidas atualmente disponíveis para a espécie (produtos tópicos à base de piretróides, e vacina anti-leishmaniose visceral canina)”, afirma. 

A Ceva Saúde Animal faz uma série de ações com o intuito de divulgar medidas de controle e prevenção da leishmaniose visceral, quer seja alertando a população por meio de matérias informativas (divulgadas em rádio, TV, mídias sociais, sites, releases, jornais e revistas), disponibilização de materiais técnicos (sob a forma de vídeos, panfletos, Pet Journals e sites), eventos (“cãominhadas” e “Leish-Days”, entre outros), além de atendimento e suporte técnico aos tutores e médicos-veterinários, quer seja pela equipe técnica à campo, ou por meio do SAC da empresa. 

“Entre as ações praticadas pela Ceva Saúde Animal está o conceito ‘Double Defense’ (Dupla Defesa), que significa atuar nos dois principais pilares relacionados à proteção do cão com risco de infecção (denominado suscetível), um dos quais pela utilização de produto repelente/inseticida contra o principal vetor (flebotomíneo) transmissor da leishmaniose visceral, e a vacinação dos animais suscetíveis com vacina anti-leishmaniose visceral canina”, afirma Rossi. 

Leia a reportagem completa na edição de julho da C&G VF. Acesse aqui

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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