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Clínica de gatos e seus mitos: Veterinários devem estar alertas na consulta

Estudar, reconhecer e manejar adequadamente são as palavras-chave

Receber um gato pode ser, muitas vezes, uma tarefa difícil para o médico-veterinário, em especial para aqueles que não atendem exclusivamente os felinos. Dessa forma, dentro dos consultórios, podem haver muitos mitos em relação ao atendimento dessa espécie. 

O médico-veterinário, sócio proprietário da clínica exclusiva para gatos, The Cat From Ipanema (Rio de Janeiro/RJ) e doutor em Ciências Veterinárias, Carlos Gabriel Almeida Dias, explica que os gatos sempre receberam pouca atenção da população e, também, dos profissionais da Medicina Veterinária por conta de fatores históricos e seus impactos socioculturais atuais. “O número de gatos vem aumentando e todos os fluxogramas operacionais para o recebimento do paciente felino devem ser obrigatoriamente adaptados às exigências fisiológicas e emocionais desses indivíduos ainda não considerados domésticos”, explica. 

Dias aponta mitos relacionados ao atendimento de felinos comum nas clínicas. Segundo ele, a maior parte deles diz respeito às interpretações equivocadas de modificações da homeostase por estresse como alterações patológicas que merecem tratamento. “Como por exemplo, hiperglicemia, aumento ou diminuição de pressão sanguínea, linfopenia, etc”, menciona. 

O comportamento sexual de gatas também é pouco lembrado nas orientações para esterilização cirúrgica por meio da necessidade de aguardar que gatas entrem no anestro (ausência de comportamento estral/sexual). “Assim, esperar o cio pode ser uma sugestão, mas a ‘saída’ do ‘cio’ não é algo frequentemente observado. Dessa forma, muitas gatas são submetidas a períodos desnecessários de desconforto pelo comportamento estral ininterrupto”, alerta. 

Leia a reportagem completa na edição de outubro da C&G VF. Acesse aqui.

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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