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Exame de DNA é essencial para a prevenção de doenças hereditárias

Veterinário deve saber como detectar as principais enfermidades nos gatos

Uma pesquisa realizada em 2016, na Finlândia, com 8175 gatos, pertencentes a 30 raças pedigree finlandeses, mostra as doenças hereditárias mais comuns no País. Entre elas, as doenças dentárias e orais, como tártaro e gengivite, as mais prevalentes entre todos os animais e na maioria das raças. 

A revista Cães&Gatos VET FOOD entrou em contato com o médico-veterinário e doutorando do Programa de Pós-graduação em Clínica Veterinária da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMZV), da Universidade de São Paulo (USP, São Paulo/SP), Kilder Dantas Filgueira, para saber se a pesquisa se aplica às raças felinas que vivem no Brasil. 

Segundo ele, no País, em virtude da popularidade e expansão de raças diferentes das que participaram da pesquisa, pode ocorrer divergência no que se refere à prevalência de doenças hereditárias. “As doenças herdadas são mais passíveis em gatos de raça, contudo, muitas mutações podem ser encontradas em felinos domésticos mestiços de pelo curto. Um exemplo clássico refere-se aos gatos siameses e persas, os quais influenciaram uma gama de outras raças. Daí qualquer mutação encontrada neles, pode ser presente em outras raças análogas, se tiver ocorrido cruzamento exogâmico”, diz. 

De acordo com ele, embora algumas mutações possam ter efeito apenas no fenótipo dos gatos, outras resultam em condições mórbidas. Em relação à primeira situação, podem ser citados os gatos de padrão racial, selecionados com base em qualidades estéticas, como por exemplo, a coloração, comprimento e tipo de pelo, além de alguns padrões morfológicos, como orelhas dobradas ou encurvadas. 

A reportagem está disponível na edição de novembro da C&G VF. Leia agora

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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