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Inteligência Artificial é utilizada em prol de animais em risco de extinção

Microsoft ajuda pesquisadores a compreender o impacto causado pelo homem

De acordo com dados divulgados pelas Nações Unidas, já chega ao número de um milhão as espécies em risco de extinção no planeta. Com isso, a Microsoft está disponibilizando a pesquisadores das áreas de preservação animal, a utilização de inteligências artificiais que possibilitam intervir às ameaças causadas pelo homem.

Com a ação humana cada vez mais agressiva, essas ferramentas têm como função a identificação de espécies por territórios, o monitoramento do impacto causado pela humanidade, a avaliação da saúde e os padrões de alimentação, o monitoramento das populações e, até mesmo, a proteção dos animais a mercê de caçadores. Nos casos de espécies como leões, girafas, ursos pardos, baleias, pinguins e elefantes, a tecnologia já está sendo utilizada.

Por exemplo, devido ao contínuo impacto causado a população de Ursos Pardos, que hoje vivem em uma área com apenas metade de sua faixa original, na Colúmba Britânica, o pesquisador Clayton Lam, da Universidade de Alberta, no Canadá, tem utilizado as ferramentas da Microsoft Azure. A função do aparato é fazer análises por amostragens de DNA e colares de GPS, parar rastrear os ursos individualmente e entender as transformações comportamentais e de vivência num habitat em transformação.

Esse tipo de identificação ajuda os pesquisadores a compreender o impacto de fatores externos ao núcleo das espécies, visando coordenar de forma mais eficaz os esforços para a conservação da fauna e flora. 

Fonte: CanalTech, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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