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Leishmaniose cutânea também pode atingir porquinhos-da-índia

Com lesões nas regiões externas e frias, como mãos, pés, orelhas e nariz

Consideradas antropozoonoses, as leishmanioses integram o conjunto das doenças tropicais mais evidentes. Mesmo não sendo contagiosa, a infecção é causada por microrganismos do gênero Leishmania, transmitida por insetos, que podem afetar humanos, animais domésticos e selvagens.

Com pouquíssimos casos divulgados, os porquinhos-da-índia também são acometidos pela infecção. Com variação, a leishmaniose pode ser cutânea ou tegumentar, que ataca a pele e as mucosas ou visceral, calazar, que ataca os órgãos internos. No caso do roedor, é a espécie Leishmania enriettii - cutânea.

Comumente, a lesão inflamatória se localiza nas regiões externas e frias, como mãos, pés, orelhas, nariz e na região do escroto, que se não houver diagnóstico e tratamento adequado, pode aumentar e ser revestida por uma crosta ou secreção. Devido à poucas informações e a sensibilidade da espécie, o tratamento é sintomático e deve ser feito por meio de antibióticos, e em casos mais graves, a excisão cirúrgica pode ser requisitada pelo médico-veterinário. 

Para evitar os riscos de transmissão, algumas medidas profiláticas devem ser tomadas, como o uso de mosquiteiros de malha, limpeza de quintais e terrenos, uso de repelentes naturais como o óleo de citronela, entre outras alternativas. 

Para saber como prevenir, tratar e lidar com a situação, leia a reportagem completa na edição de setembro da C&G VF. Acesse aqui

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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