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Paciente cardiopata requer alerta vermelho na emergência clínica

Equipe médica multidisciplinar faz toda a diferença no atendimento

Receber um animal cardiopata em emergência na clínica pode trazer dúvidas em relação à conduta e tratamento, por isso, o médico-veterinário deve saber como agir sem cometer erros. 

Muitas vezes, para o clínico que não tem contato com a cardiologia, situações de emergência em que problemas cardiológicos aparecem, podem causar diversas dúvidas. Por isso, o médico-veterinário assistente de Cardiologia do hospital veterinário da Universidade de São Paulo (USP), e sócio proprietário da Goldfeder & Dos Santos Cardiologia e Telemedicina Veterinária, Guilherme Goldfeder, reforça que o animal cardiopata é aquele que possui alguma doença relacionada ao sistema cardiovascular. “Essas doenças podem estar relacionadas ao músculo e às valvas cardíacas, ao pericárdio, doenças arteriais, hipertensão arterial, arritmias e as cardiopatias congênitas”, afirma. 

O veterinário sócio proprietário da Climev Especialidade Veterinária, professor de clínica médica da Universidade Paulista (Unip, campus Campinas), 2º diretor de Regionais da Sociedade Brasileira Cardiologia Veterinária (SBCV) e vice-presidente da Associação de Médicos Veterinários de Jundiaí e Região (Amvejur), Lucas de Carvalho Navajas, completa que sinais como tosse, dispneia e cansaço ao exercício, associados à presença de sopro ou arritmia na auscultação são altamente sugestivos de cardiopatia, que pode ser confirmada com relativa facilidade por meio dos exames eletro e ecocardiográficos, amplamente difundidos, atualmente. 

Goldfeder afirma que o paciente cardiopata pode ter três apresentações clinicas. “Ele pode ser um paciente com uma cardiopatia sem remodelamento e sem insuficiência cardíaca, pode ser um animal com uma cardiopatia que progrediu para uma insuficiência cardíaca, mas que ainda não apresenta congestão e pode, também, evoluir para a 3º apresentação clínica, que é o paciente que apresenta insuficiência cardíaca com sinais de congestão, como o edema pulmonar cardiogênico”. 

Para ler a reportagem completa, acesse a edição de outubro da C&G VF. 

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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