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População ainda tem baixo conhecimento em relação à leishmaniose

56% dos entrevistados em pesquisa da Bayer nunca ouviram falar da doença

Ela pode parecer popularmente conhecida, mas a desinformação é maior do que se imagina. Em uma pesquisa realizada pela Bayer (São Paulo/SP), 56% dos entrevistados nunca ouviram falar de leishmaniose e o principal condutor do tema à população é o médico-veterinário.

O levantamento mostrou que um em cada três participantes que souberam passar informações corretas sobre a doença e sua transmissão tinham sido informados por um médico-veterinário. “A leishmaniose é uma doença grave, causada por um protozoário que é transmitido aos cães pela picada de um pequeno mosquito. Não bastasse acabar com a saúde dos cães, a leishmaniose é uma zoonose: o protozoário pode ser transmitido às pessoas por mosquitinhos palha que tenham picado cães infectados. E ela mata centenas de brasileiros todos os anos”, afirma a mestre em Clínica Veterinária e professora da Universidade Anhembi Morumbi (São Paulo/SP), Sílvia Corrêa.

O mais comum é que os tutores associem a transmissão de doenças às pulgas e carrapatos, não tomando as devidas cautelas com outros protozoários. A gravidade da doença também é desconhecida por muitos, mas vale ressaltar que a leishmaniose é considerada uma doença grave, muitas vezes fatal, que afeta cães e gatos.

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Mesmo com a doença diagnosticada, Seresto
evita que o pet seja fonte de infecção para
outros animais (Foto: divulgação)

Os primeiros sinais que podem ser observados em um animal que tenha sido contaminado são a perda de peso e as doenças de pele. Entretanto, com o tempo, o parasita toma vários órgãos e causa os mais diferentes tipos de sinais. “É um problema de saúde pública, que pode ser evitado. E uma das principais armas nessa luta é o encoleiramento de animais com Seresto”, explica a especialista.

A profissional também salienta que a coleira impede que o mosquito transmita a doença a cães e gatos, protegendo, não só o animal, como toda a família. “A ação da coleira dura oito meses (o tempo de ação mais longo do mercado) e começa assim que ela é colocada no animal (sem a carência de 15 dias indicada em alguns produtos). Para gatos, é o único produto registrado no País”, pontua.

Fonte: G1, adaptado pela equipe Cães&Gatos.

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