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Preço de silvestres regularizados é motivador do tráfico de animais

Entender a diferença entre pets não convencionais e silvestres é essencial

Você sabe qual é a terceira atividade ilegal mais praticada no mundo e é responsável por retirar cerca de 38 milhões de animais da natureza por ano no Brasil? O tráfico de animais silvestres. Dentro desse espectro, se enquadram os animais que podem legalmente serem adquiridos como pets pela população do País.

Considera-se fauna silvestre brasileira os animais que possuem, em pelo menos em algum período de seu ciclo biológico, o território brasileiro como seu habitat natural. É importante distingui-lo do conceito de “animal doméstico”, que são animais cujas características biológicas, comportamentais e fenotípicas foram alteradas, tornando-as dependentes do homem.

Essa distinção possui relevância porque animais domésticos não sofrem com o tráfico e estão adaptados ao contato humano. Portanto, chinchilas, porquinhos-da-índia, furões, calopsitas são pets não convencionais, mas não são considerados fauna silvestre por serem domesticados e não possuírem origem nativa.

Sabe-se que um fator motivador para a obtenção de animais provindos do tráfico seria seu valor em relação aos mesmos animais regularizados. Isto, acrescido da desinformação acerca das consequências para a biodiversidade e da falta de fiscalização, facilitam e até estimulam essa atividade no País e, como consequência, há o incentivo e a perpetuação desse comércio.

O artigo publicado na edição de junho da C&G VF busca a conscientização sobre com adquirir corretamente essa categoria animal e alertar sobre as consequências do tráfico. Acesse aqui.

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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