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Profissionais traçam uma linha do tempo sobre a nutrição animal no mundo

Antes, os pets recebiam restos de comida. Hoje, há alimentos balanceados e individualizados

Muita coisa mudou nos últimos 35 anos. Temos, hoje, aparelhos de celulares muito mais modernos, acesso à internet na palma da mão. Nossos carros também são mais confortáveis e tecnológicos. Nos comunicamos com pessoas do mundo todo em tempo real, graças às redes sociais.

A Revista Cães&Gatos nascia há 35 anos e, neste mês, como forma de comemorar a evolução, decidimos contar um pouco sobre o que mudou nesse período na Nutrição Animal. Vale lembrar que o desenvolvimento da Nutrição Animal se deu, primeiramente, porque houve mudança na relação homem-animal. “Os animais de estimação passaram a ser parte integrante da família. Para muitos, assumiram o “status” de filhos. Sendo assim, os cuidados em relação a eles ficaram maiores e mais sofisticados”, diz a professora Associada da Universidade Federal de Lavras (MG), Flávia Saad

O professor de Nutrição de Animais de Companhia e Silvestre da escola de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Leonardo Boscoli Lara, comenta também que, além da mudança da configuração familiar, os animais servem de companhia para pessoas que moram sozinhas, por exemplo. “Com isso, as pessoas passaram a querer para seus animais uma alimentação saudável, da mesma forma que desejam o melhor para si. Isso facilita para que coloquemos os melhores nutrientes e nutracêuticos nos alimentos disponíveis no mercado para cães e gatos”.

No Brasil, até meados de 1980, a maioria dos pets recebia alimentação caseira, na maioria das vezes sobras de comida ou preparados à base de milho e aparas de carne. Esta alimentação pobre em minerais e vitaminas, particularmente o cálcio, ocasionava um desenvolvimento frequente de hiperparatireoidismo nutricional, raquitismo, etc.

Nos anos 90, começaram a ser produzidos produtos comerciais mais elaborados, com níveis nutricionais estabelecidos por diretrizes científicas como o NRC, AFFCO, mais palatáveis e com controle de qualidade de matérias-primas mais rigoroso. Já nos anos 2000, as empresas começaram a oferecer alimentos mais elaborados, baseados em estudos e recomendações apuradas sobre as reais necessidades dos animais, com bom valor nutricional e qualidade dos ingredientes.

Leia a reportagem completa na edição de abril da C&G VF. Clique aqui.

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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