Assine

Rótulos de alimentos para pets causam dúvidas entre os tutores

Entre os principais mitos, destaca-se o modo de ler as embalagens

A alimentação de cães e gatos está cercada por mitos e suposições sobre o conteúdo descrito nas embalagens e rótulos. O médico-veterinário precisa entender do assunto para desmistificar as ideias que os tutores têm em relação a este tema e indicar os alimentos adequados para cada paciente. 

Quando se trata de alimentação, há comparações entre animais ancestrais e os domesticados dos dias atuais. E será que é uma comparação justa? De acordo com o doutor em Nutrição, Aulus Cavalieri Carciofi, o cão mudou muito nos últimos dez mil anos. “Sua capacidade de digerir amido e seu metabolismo de carboidratos se aproximou bastante do ser humano. O gato foi menos alterado pelo homem, mas não é mais o mesmo. Os gatos ferais que vivem na natureza, por exemplo, vivem entre cinco e seis anos. Os domiciliados, por outro lado, podem chegar aos 16 anos sem dificuldade. Isto é possível, também e dentre várias condições, devido às dietas comerciais hoje disponíveis”, diz. 

O consumo de carboidrato, segundo Carciofi, foi, talvez, a principal mudança, tendo em vista que pets foram expostos, nos últimos milênios, às plantas utilizadas na alimentação humana. E é importante ressaltar que o carboidrato não causa nenhum malefício ao gato, outro mito. O carboidrato é composto por amido e fibra. 

Uma das mais disseminadas inverdades é que o carboidrato tem relação direta com o aumento de peso em pets. “A associação que existe entre dieta e obesidade está no fornecimento de alimentos ricos em gordura, à vontade”, comenta Carciofi. 

Leia a reportagem completa na editoria ‘zoom’ da edição nº 239 da C&G VF. 

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

Seja o primeiro a comentar
Seu comentário foi enviado. Aguarde aprovação.
Erro ao enviar o comentário. Por favor, preencha o captcha e tente novamente.