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Segundo a Comac, Brasil se destaca em números de pets

Cenário exige maior participação de médicos-veterinários

Em contínua elevação, Brasil se destaca como um dos países com maior número de pets, como aponta uma recente pesquisa divulgada pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), chamada “Radar Pet”. A ação apresenta um panorama geral sobre o mercado pet no País e como isso afeta o comportamento de tutores.

De acordo com o coordenador da Comac, Leonardo Brandão, os objetivos da pesquisa – realizada em parceria como o Instituto H2R, com 3.500 pessoas de diferentes localidades, idades, gêneros, orientações sexuais e classes sociais – foram entender a penetração de cães e gatos nos domicílios brasileiros, compreender o hábito de cuidado e consumo dos tutores, já que segmento de saúde pet é o que mais cresce.

“Atualmente, o mercado pet emprega o maior número de veterinários de todo o setor e conta com o maior número de estabelecimentos comerciais. Cerca de 120 mil pontos de venda no Brasil comercializam, entre outros, produtos para animais de companhia e, dentre esses, cerca de 65 mil são específicos para pets. Temos um mercado bastante pulverizado, com características próprias”, explicou o profissional.

Mais da metade dos lares brasileiros (53% - mais de 37 milhões) possuem cães e/ou gatos, são mais de 80 milhões no País, que conta com a segunda maior população pet do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos da América. Por aqui, os cães continuam sendo maioria, porém, é algo que mudará em pouco tempo. De acordo com a pesquisa, há uma média de 1,72 cães contra 2,01 gatos por lares. A população felina apresenta um crescimento três vezes maior que a canina no País. “Temos mais cães, mas os gatos têm ganhado um grande espaço nos lares brasileiros. É um animal de entrada para muitas pessoas e famílias. No Nordeste, por exemplo, há uma predominância dos gatos. Um dos possíveis motivos para isso, além do perfil do animal, é um custo mais baixo mensal. O gato será o pet do futuro”, comenta Brandão.

Para saber mais sobre a pesquisa e o papel desempenhado pelos profissionais da área nesse novo cenário, leia a reportagem completa na edição de novembro da C&G VF. Acesse aqui.

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.

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