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Nutrição adequada garante maior expectativa de vida a pacientes renais

Produtos Renais da Royal Canin estimulam o apetite de pets acometidos

royalpubli

Cláudia Guimarães, da redação

claudia@ciasullieditores.com.br

Atingindo um ou dois rins de cães e gatos, a Doença Renal Crônica (DRC) é uma alteração degenerativa e tende a aparecer conforme os animais envelhecem. Progressiva e incurável, seu diagnóstico, muitas vezes, é realizado tardiamente, sendo, então, considerada a principal causa de mortes em gatos acima de 5 anos e a terceira para cães da mesma idade.

No entanto, conforme explica a coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin (Descalvado/SP), Luciana Peruca, embora os sinais da enfermidade se tornem evidentes quando 75% da função renal já está comprometida, o médico-veterinário pode diagnosticar o problema bem antes disso, a partir de 25% de comprometimento do órgão.

Considerando a importância do tratamento adequado no controle do avanço da doença, a indicação da profissional é levar o pet regularmente ao médico-veterinário para a realização de check-ups e exames indicados. “Quanto antes for iniciado o tratamento, melhor será a qualidade de vida e a longevidade do animal. A frequência ideal varia caso a caso e deve ser indicada pelo clínico, considerando idade, raça, histórico de saúde, entre outros fatores. Ele também poderá indicar a melhor terapêutica disponível, que tem a nutrição como principal aliada, caso o diagnóstico da doença renal ocorra”, descreve.

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Luciana Peruca conta que a enfermidade leva à
perda de apetite e período de aversão
alimentar (Foto: divulgação)

Em relação às raças, Luciana menciona que algumas estão mais propensas a sofrerem da DRC, já que a hereditariedade é um dos motivos que podem contribuir para o seu desenvolvimento. “Os cães das raças Beagle, Bull Terrier, Chow Chow, Cocker, Pinscher, Pastor Alemão, Lhasa Apso, Shih Tzu, Maltês, Schnauzer, Daschund, Sharpei e Poodle e os gatos das raças Maine Coon, Abissinio, Siamês, Russian Blue e Persa podem apresentar maior predisposição”, indica.

Manifestação. A enfermidade leva à perda de apetite e período de aversão alimentar, por isso, é essencial que o tutor, orientado por um especialista, incentive o pet a ingerir um alimento apropriado. “Mais de 20% dos pacientes renais apresenta redução do apetite, o que significa um grave risco, considerando a importância da manutenção do peso sadio para o animal e o risco de uma consequente subnutrição, que pode acarretar em outros problemas de saúde. Além disso, segundo estudos, a nutrição adequada pode proporcionar um aumento de 2,4 vezes na expectativa de vida dos pacientes com DRC, contribuindo, também, para a melhor qualidade de vida”, revela.

Segundo ela, com controle de nutrientes como o fósforo e a proteína de alta qualidade, enriquecidos com ácidos graxos e antioxidantes, o alimento adequado pode colaborar para o retardamento da evolução da doença, o alívio dos sinais e a manutenção do peso do animal. Luciana ainda declara que a Sociedade Internacional de Interesse Renal (IRIS) recomenda a instituição de um programa nutricional adequado às necessidades do paciente, que possa estimular o apetite e garantir a ingestão pelo animal.

Nutrição. De acordo com as diretrizes formuladas pela IRIS, o primeiro estágio da doença engloba dietas para animais idosos com teor moderadamente reduzido de fósforo e enriquecidas com ácidos graxos (EPA/DHA) e antioxidantes, já que ajudam a retardar a evolução da doença. Os estágios II, III e IV para dietas renais devem ter o teor reduzido de fósforo, moderado de proteína, densidade energética aumentada, o alimento deve ser enriquecido com ácidos graxos e antioxidantes, bem como com potássio, além de contar com o aporte moderado de sódio e agentes alcalinizantes. “Tudo isso contribui para aliviar os sinais clínicos, manter a condição corporal e retardar a evolução da enfermidade”, garante Luciana.

Para tratar o quadro de aversão alimentar e perda de apetite oriundos da DRC, a Royal Canin possui até dez opções disponíveis para cães e gatos. O perfil aromático, unido à variedade de texturas, com tecnologias secas e úmidas, contribui para o bom desempenho nutricional. A primeira impressão de uma dieta pelo animal se dá por meio do olfato, de acordo com a profissional, por isso, é tão importante que haja um perfil aromático equilibrado e agradável. “As dietas da Royal Canin são elaboradas com esse cuidado, de modo que os animais possam ser atraídos em direção à sua tigela de alimento, mesmo após um episódio de aversão alimentar. E, ainda, é interessante destacar que cães e gatos de todas as raças podem receber os alimentos secos e úmidos. O médico-veterinário deverá estipular quando e qual tipo de dieta será prescrita ao animal, lembrando que a mistura das texturas também é uma opção excelente como coadjuvante ao tratamento da DRC. A alimentação é a maior aliada do paciente renal”, assegura.

Como opções para os pets acometidos, a linha Renal da Royal Canin estimula o apetite de cães e gatos, reduz a progressão da enfermidade, possui opções para satisfazer diferentes exigências e conta com versões úmidas.

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