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Profissional comenta os mitos da vacinação antirrábica em pets

Efeitos colaterais se dão por fatores externos à vacina

A Raiva compromete o sistema nervoso central, onde provoca uma encefalite aguda, fatal e, em geral, de evolução rápida. Os principais sintomas em animais são febre, dor e sensação de formigamento, ardor ou queimação incomum no local de uma ferida. 

No Brasil, entre 2011 e 2016, foram registrados 287 casos de Raiva canina e 34 casos de Raiva em felinos, de acordo com o médico-veterinário e professor na Escola de Veterinária, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC, Betim/MG), e diretor Clínico do Santo Agostinho Hospital Veterinário (Belo Horizonte/MG), Vitor Márcio Ribeiro. 

A imunização dos animais, segundo o profissional, evita suas mortes e a morte de seres humanos pela doença. Além disso, diminui a necessidade do tratamento pós-exposição de pessoas mordidas por cães. A dose da vacina oferecida é única para cães e gatos, de ambos os sexos e independe da raça e do peso do animal, como explica Ribeiro. “Isso é aplicável às vacinas antirrábicas de diferentes laboratórios e, também, para outras vacinas que combatem diferentes doenças nessas espécies. Entretanto, elas podem ocasionar efeitos colaterais relacionados a seu manuseio, à forma de sua aplicação e/ou ao organismo do animal que a recebe”, discorre.

Leia a reportagem completa na edição de outubro da C&G VF. Clique aqui.

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Leia a reportagem na íntegra na edição nº 218, em revistacaesegatos.com.br

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.

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