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Profissional fala sobre o manejo de pacientes em uma reposição volêmica

Momento certo para realizar o procedimento é apontado

A reposição volêmica é um tema bastante conhecido entre os médicos-veterinários, além de ser um assunto que requer muita atenção e uma boa avaliação, que, nem sempre, é simples de ser realizada, principalmente, em ambiente clínico. 

O professor de Anestesiologia Veterinária da Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES, Santos/SP) e doutorando em Anestesiologia, da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB), da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp, Botucatu/SP), e sócio fundador do Grupo Vita (Santos/SP), Guillermo Carlos Veiga de Oliveira, fala sobre como proceder na avaliação de volemia e como descobrir se o paciente necessita ou não de líquido. 

De acordo com ele, a primeira coisa a ser avaliada, quando se fala de reposição volêmica, é o fato de serem dois temas comunicados em um só: a reposição volêmica e o manejo do paciente com insuficiência cardíaca (IC) descompensada, que, por si só, já é um problema. “Sempre que pensamos em um paciente com IC descompensada, cheio de líquidos, edema pulmonar, muitas vezes, com a força de contração diminuída, e que necessita de volume questionamos como realizar uma reposição volêmica e isso é, realmente, um grande desafio”, aponta. 

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volemica
Leia mais na reportagem da edição nº 221 da C&G VF, em revistacaesegatos.com.br  (Foto: C&G VF)

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.

 

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