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Psitacídeos também podem apresentar presença de herpesvírus

Enfermidade teve primeiro relato no Brasil em 1929 e segue como estudo

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Mais informações no artigo de Amanda Gimenez,

em "Herpesvírus em psitacídeos" (Foto: C&G VF)

O Herpesvírus contém DNA de fita dupla linear dentro de um capsídio icosaédrico. A sua maioria é espécie-específica, mas alguns podem infectar mais de uma espécie. Uma característica geral da família Herpesviridae é a capacidade de o vírus permanecer em latência, podendo ser reativado caso o hospedeiro sofra queda de imunidade. 

A doença de Pacheco é uma virose específica de Psittaciformes, causada por alfa-herpevírus psitacídeo 1 (PsHV1). Foi descrita pela primeira vez no Brasil, em 1929, e depois relatada nos EUA em psitacídeos importados da América do Sul, onde, provavelmente, o vírus surgiu. Segue, no entanto, como objeto de estudo, conforme descrição do Grupo de Estudos de Animais Selvagens da Universidade de São Paulo (Geas-USP). 

Conforme trabalho, os sinais clínicos dessa doença, quando presentes, são apatia, sonolência, letargia, eriçamento das penas, anorexia, poliúria, polidipsia, regurgitação, diarreia aquosa esverdeada e uratos de cor amarelada. Cepas mais virulentas podem causar ataxia, diarreia hemorrágica e regurgitação de conteúdo mucossanguinolento. Antes da morte, as aves podem apresentar sinais nervosos como tremores, opistótono e convulsões.

Para saber mais sobre a enfermidade, acesse www.revistacaesegatos.com.br.

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.

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