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Tratamento com ozonioterapia ainda não é regulamentado para pets

Sem impedimento legal, tutores devem assinar um termo de consentimento

A mistura dos gazes oxigênio (O) e ozônio (O3) por diversas vias de administração com finalidade terapêutica recebe o nome de ozonioterapia. Atualmente, esse tratamento é reconhecido pelo Sistema de Saúde da Alemanha, Suíça, Áustria, Itália, Cuba, Ucrânia, Rússia, Grécia, Israel, Egito e Austrália, além de ser praticada em 13 estados dos EUA. 

No Brasil, foi o médico Heinz Konrad quem iniciou a prática, em 1975, na sua clínica, em São Paulo, e com ela trabalha até hoje. O ozônio tem ação oxidante - antioxidante, ou seja, promove uma pequena oxidação e estimula o organismo a produzir enzimas antioxidantes como catalase, superóxidodesmutase (SOD) e glutatona peroxidase (GPx) produzindo efeito antioxidante no organismo. Além disso, possui ação anti-inflamatória, melhora a circulação e trata patologias infecciosas, tem ação bactericida, fungicidas e virustática. 

O ozônio não deve ser aplicado pela via inalatória, pois é tóxico quando inalado. Além disso, animais com hipertireoidismo descompensado, Diabete mellitus descompensado, hipertensão arterial severa e anemia grave devem ser estabilizados clinicamente antes da aplicação do ozônio. 

Leia mais na reportagem completa aqui.

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Confira a reportagem da edição de outubro da C&G VF, em revistacaesegatos.com.br

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.

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