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ALANAC ORIENTA COMO FUGIR DE MEDICAMENTO VETERINÁRIO PIRATA

Entidade diz que é preciso observar atentamente a embalagem

Pelo menos 15% do mercado de produtos veterinários envolve práticas como pirataria, contrabando e falsificação de medicamentos para a saúde dos animais. A informação é da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac, São Paulo/SP), entidade que integra o Conselho Nacional de Combate à Pirataria no setor. Para orientar o consumidor, a organização emitiu um comunicado com recomendações para os consumidores evitarem a compra de produtos ilegais e que podem colocar em risco a vida dos animais.

É preciso observar atentamente a embalagem. De acordo com a Alanac, ela não deve ter rasuras ou adulterações. Nos medicamentos vendidos no Brasil, todas as informações do rótulo devem estar em português. O rótulo deve, ainda, trazer o registro do produto no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, Brasília/DF), informações sobre a empresa que registrou o medicamento, além do número do lote, data de fabricação e de validade.

A Alanac também recomenda sempre observar se, no estabelecimento onde o medicamento está sendo vendido, há a presença de médico-veterinário. Verificar somando a isso se os produtos estão sendo armazenados de forma adequada além de sempre exigir a nota fiscal.

Se a compra for realizada pela internet, as recomendações são não adquirir produtos de sites estrangeiros. Isso porque, em caso de problemas relacionados ao produto, fica difícil garantir o cumprimento da legislação brasileira. A Alanac orienta ainda desconfiar de preços muito baixos em relação aos praticados no mercado e buscar apenas lojas virtuais com boa avaliação.

Fonte: CRMV-SP, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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