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    Ciclos de palestras na WSAVA 2025 destacam os principais desafios da Medicina Veterinária atual

    Dentre os temas abordados no WSAVA está a Leptospirose, doença importante ainda subdiagnosticada pelos médicos-veterinários

    Ciclos de palestras na WSAVA 2025 destacam os principais desafios da Medicina Veterinária atual
    Equipe Cães&Gatos
    Equipe Cães&Gatos
    27 de setembro de 2025
    Última atualização: 29/09/2025 - 09:54

    Por Elizabeth Marcos Pinheiro (elizabeth.ascom@gmail.com)

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    O primeiro dia da 50ª edição da WSAVA 2025 (World Animal Science Association), realizada entre os dias 25 a 27 de setembro, no centro de convenções Riocentro, contou com a presença de milhares de congressistas.

    O evento é um dos principais encontros internacionais da Medicina Veterinária e bem-estar animal, que reuniu palestrantes, profissionais, estudantes e grandes marcas.

    Durante o congresso, especialistas renomados da área discutiram temas que impactam diretamente a rotina clínica, o diagnóstico, o tratamento e a prevenção de doenças, abordando suas experiências e esclarecendo dúvidas dos congressistas presentes.

    Entre as apresentações, o médico-veterinário Paulo Tabanez conduziu a palestra, com o tema: “Leptospirose: por que erramos tanto?”, que abordou os principais erros cometidos por clínicos no diagnóstico e no tratamento da Leptospirose — uma doença grave, que ainda gera muitas dúvidas na prática veterinária.

    Ao longo da apresentação, ele compartilhou casos clínicos reais, destacou falhas comuns na interpretação de exames laboratoriais e a importância de uma avaliação detalhada para um tratamento eficaz.

    A participação de Paulo Tabanez reforça o compromisso da WSAVA em trazer conteúdos relevantes, práticos e aplicáveis à rotina dos médicos-veterinários a medida que gera um ambiente dinâmico de aprendizados, ao mesmo tempo que traz novas tecnologias e lançamentos de produtos e serviços.

    “A Leptospirose continua sendo subdiagnosticada e tratada tardiamente. Precisamos olhar além dos exames e entender o contexto clínico e epidemiológico de cada caso” afirma Paulo Tabanez.

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