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Como a nutrição pode auxiliar no correto manejo das urolitíases em gatos?

Para a prevenção de recidivas em gatos acometidos por urolitíases, é imprescindível realizar o diagnóstico correto
Por Equipe Cães&Gatos
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Por Equipe Cães&Gatos

A urolitíase é considerada uma condição altamente frequente na rotina clínica de felinos, contabilizando mais de 80% dos casos de cálculos em gatos (KOPECNY et al., 2021). Por ser uma das principais causas de obstrução, as urolitíases podem ser potencialmente graves, e em alguns casos, levar o animal ao óbito.

A nutrição é uma grande aliada no manejo dos cálculos urinários, tanto para auxiliar no tratamento como para prevenção de recidivas (Foto: reprodução)

Um dos grandes desafios na rotina clínica é prevenir a recorrência das urolitíases, visto que a taxa de recidiva e reobstrução são altas, podendo chegar a 45% dos casos em gatos machos. (JERICÓ; NETO; KOGIKA, 2015) 

Para a prevenção de recidivas em gatos acometidos por urolitíases, é imprescindível realizar o diagnóstico correto – identificando o tipo de cálculo e tratando a causa primária da doença – além de adotar uma série de práticas que visam diminuir a concentração da urina e sua supersaturação relativa (SSR), desfavorecendo assim a agregação de cristais formadores de urólitos.  São elas: estimular a ingestão hídrica, manter as caixas de areia limpas e em número adequado. e combater o estresse crônico – que é uma das causas mais frequentes que levam a alteração estruturais na parede vesical, modificando o ambiente do trato urinário.

Além da combinação desses cuidados, a nutrição é uma grande aliada no manejo dos cálculos urinários, tanto para auxiliar no tratamento como para prevenção de recidivas. O American College of Veterinary Internal Medicine (ACVIM), em 2016, instituiu em seu último consenso sobre urolitíases em pequenos animais que a dissolução de urólitos de estruvita e prevenção de urólitos de estruvita e oxalato de cálcio devem ser manejados clinicamente, sendo a abordagem nutricional uma das vias menos invasivas e mais seguras.

Portanto, a escolha do alimento coadjuvante urinário com perfil ideal é crucial para o manejo das urolitíases – sendo que este deve oferecer dois principais benefícios: o equilíbrio do pH urinário – tendo níveis de minerais cientificamente calculados para atingir a faixa adequada de pH urinário – e baixa SRR para urólitos de estruvita e oxalato de cálcio. 

O alimento coadjuvante Fórmula Natural Vet Care Urinária é indicado para auxiliar na dissolução de cálculos de estruvita (Foto: divulgação)

A baixa SSR se destaca como método ideal, pois além de não apresentar contraindicação do uso contínuo, auxilia na dissolução de cálculos de estruvita e na prevenção dos urólitos de oxalato de cálcio e estruvita ao mesmo tempo. Além destes urólitos serem os mais frequentes na prática clínica, contabilizando cerca de 47 -52% dos casos para estruvita e 35 – 56% para oxalato de cálcio, a formação dos cálculos pode ser de natureza mista ou composta, sendo comum que sejam compostos por mais de um tipo de mineral. (KOPECNY et al., 2021; LULICH et al., 2016; OSBORNE et al., 2009)

O alimento coadjuvante Fórmula Natural Vet Care Urinária é indicado para auxiliar na dissolução de cálculos de estruvita e na prevenção de urólitos recorrentes de estruvita e oxalato de cálcio em gatos adultos através da baixa SSR e auxílio no controle do pH urinário. Fórmula Natural Vet Care Urinária também oferece diferenciais únicos que atendem aos tutores que buscam por um alimento coadjuvante sem conservantes artificiais e livre de ingredientes transgênicos, e ainda apresenta a versão úmida, que além de oferecer todos os benefícios da versão seca, possui alto teor de água, o que contribui para ingestão hídrica involuntária e baixa SSR. 

BIBLIOGRAFIA: 

JERICÓ, M. M.; NETO, J. P. A.; KOGIKA, M. M. Tratado de Medicina Interna de Cães e Gatos. 1. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2015. 

KOPECNY, L. et al. Urolithiasis in cats: Evaluation of trends in urolith composition and risk factors (2005‐2018). Journal of Veterinary Internal Medicine, v. 35, n. 3, p. 1397–1405, 6 maio 2021. 

LULICH, J. P. et al. ACVIM Small Animal Consensus Recommendations on the Treatment and Prevention of Uroliths in Dogs and Cats. Journal of Veterinary Internal Medicine, v. 30, n. 5, p. 1564–1574, 9 set. 2016. 

OSBORNE, C. A. et al. Analysis of 451,891 Canine Uroliths, Feline Uroliths, and Feline Urethral Plugs from 1981 to 2007: Perspectives from the Minnesota Urolith Center. Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice, v. 39, n. 1, p. 183–197, jan. 2009. 

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