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Corante artificial na ração chama atenção dos tutores, mas faz bem aos pets?

Um produto manchado tem menor percepção de qualidade para a maioria dos consumidores

O corante artificial oferece algum risco para a saúde dos pets? Não há evidência científica consolidada ou estudos demonstrando que nas doses recomendadas os corantes sejam prejudiciais à saúde dos cães e gatos. A literatura está mais avançada para estudos com humanos e, apesar de alguns serem inconclusivos, outros demonstram que a alta ingestão diária para as crianças em fase de desenvolvimento é prejudicial.

E por que a indústria de pet food ainda utiliza corantes? A resposta é: devido à variação na coloração das matérias-primas (grãos e demais), pode haver mudança na cor dos lotes, o que coloca a qualidade do produto em cheque perante o consumidor. Um produto manchado tem menor percepção de qualidade para a maioria dos consumidores. Levando em conta que o aspecto visual é fundamental para a seleção e escolha de um produto, ainda são muitos os proprietários influenciados pela cor da ração na tomada de decisão. Por isso, tantas indústrias ainda fazem o uso do corante artificial, para melhorar a aparência e aceitabilidade do produto pelo tutor.

Se para muitos tutores é interessante ver o “verde” que representa os legumes, o “vermelho” da carne ou o “amarelo” que seria o frango, para os cães as cores não fazem diferença, uma vez que eles não conseguem visualizá-las como os humanos. E se eles não agregam nenhum valor nutricional e, talvez, possam fazer mais mal do que bem, o quanto vale a pena arriscar?  Quanto realmente esse tipo de demanda dos clientes são benéficas para cães e gatos?

Confira o artigo completo na edição nº 258 da C&G VF. Acesse aqui.

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