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Elanco mostra como prevenir a segunda doença parasitária que mais mata no mundo

Dos casos de leishmaniose registrados na América Latina, 90% ocorrem no Brasil
Por Equipe Cães&Gatos
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Por Equipe Cães&Gatos

Hoje, 10 de agosto, é o Dia Nacional de Combate e Controle da Leishmaniose. Você já deve ter ouvido falar sobre essa doença e entende que ela é grave, mas sabe como preveni-la? Uma dica importante: isso passa pelo controle de parasitas do seu cão.

A leishmaniose visceral é uma doença grave, que pode ser fatal. Trata-se de uma zoonose, isto é, doença transmitida entre animais e pessoas. A transmissão ocorre quando a fêmea do inseto vetor infectado pica cães ou outros animais infectados e depois picam o ser humano, transmitindo o protozoário causador da leishmaniose visceral. O inseto é denominado flebotomíneo e conhecido popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. No Brasil, a principal espécie responsável pela transmissão é a Lutzomyia longipalpis.

De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é endêmica em 76 países do mundo e, dos casos registrados na América Latina, 90% ocorrem no Brasil. Segundo a ONG Médicos Sem Fronteiras, trata-se da segunda doença transmitida por parasita que mais mata no mundo. Para Camila Camalionte, médica-veterinária e gerente técnica da Elanco, é fundamental ter em mente que a leishmaniose visceral tem evolução crônica, com acometimento sistêmico e, se não tratada, pode levar a óbito em mais de 90% dos casos.

Profissional destaca outras medidas preventivas a serem adotadas, especialmente em relação ao local onde habitam o cão e sua família
(Foto: divulgação)

Os principais sintomas nos seres humanos acometidos por esta zoonose são a alteração do estado geral, febre, palidez, redução da força muscular, perda de peso e aumento das vísceras – principalmente do baço, do fígado e da medula óssea. “Em cães acometidos pela doença, os sinais são muito variáveis, desde animais assintomáticos até sinais sistêmicos graves. Entre os sinais estão, descamação de pele e crescimento progressivo das unhas”, explica Camila.

Como não há vacina humana para prevenção da leishmaniose e a vacina canina para esta zoonose foi recentemente suspensa, a melhor forma de prevenção é o uso de antiparasitários específicos, combinados a algumas medidas, orienta a gerente da Elanco.

“A Elanco tem em seu portfólio o Advantage Max3 para Cães, uma solução de aplicação tópica mensal que além de matar pulgas e carrapatos por contato, o que significa que eles não precisam picar o seu cão para serem afetados pelos ingredientes ativos, também expulsa e mata os mosquitos flebotomíneos, transmissores da leishmaniose”, explica Camila que destaca que o produto é indicado para cães de todos os tamanhos e filhotes a partir de sete semanas de idade. 

Como não há vacina humana para prevenção da leishmaniose e a vacina canina para esta zoonose foi recentemente suspensa, a melhor forma de prevenção é o uso de antiparasitários específicos, combinados a algumas medidas, orienta a gerente da Elanco. “A Elanco tem em seu portfólio o Advantage Max3 para Cães, uma solução de aplicação tópica mensal que além de matar pulgas e carrapatos por contato, o que significa que eles não precisam picar o seu cão para serem afetados pelos ingredientes ativos, também expulsa e mata os mosquitos flebotomíneos, transmissores da leishmaniose”, explica Camila que destaca que o produto é indicado para cães de todos os tamanhos e filhotes a partir de sete semanas de idade. “Temos estudos que comprovam a alta eficácia de Advantage Max3 na prevenção da leishmaniose, e vale destacar que é fundamental, antes de ministrar o antiparasitário, sempre conversar com seu médico-veterinário de confiança”.

Tutores devem levar seus animais a consultas periódicas com médicos-veterinários
(Foto: reprodução)

A profissional destaca outras medidas preventivas a serem adotadas especialmente em relação ao local onde habitam o cão e sua família e que também estão entre as principais recomendações do Ministério da Saúde:

  • Limpeza periódica de quintais e retirada constante de toda matéria orgânica em decomposição, como frutos, fezes de animais e outros itens que contribuam para a umidade do solo. “Os mosquitos precisam de umidade para se desenvolver”, explica Camila;
  • Destino adequado do lixo orgânico, a fim de impedir o desenvolvimento das larvas dos mosquitos;
  • Limpeza dos abrigos dos pets, como casinhas, camas e outros locais onde eles dormem;
  • Para locais onde há alta incidência de casos, também pode ser recomendado o uso de inseticidas específicos nas paredes dos domicílios e nas casinhas dos pets. “Mas antes de tomar essa medida, vale conversar com o médico-veterinário e também entender se é realmente necessário”, recomenda.

“Orientamos que os tutores dos pets levem seus animais a consultas periódicas com médicos-veterinários, que estejam atentos ao uso de antiparasitários para a prevenção tanto da leishmaniose como de outras doenças. A leishmaniose visceral é realmente grave. Ela tem tratamento para humanos, disponível na rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) e também há medicamentos para tratar os cães, principal hospedeiro do parasita em área urbana, como destaca o Ministério da Saúde. No entanto, o tratamento ainda é bastante custoso e a prevenção e o cuidado com seu pet são sempre o melhor caminho”, completa Camila.

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães e Gatos VET FOOD.

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