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EMPRESA DO RIO GRANDE DO NORTE CRIA COLEIRA DE ALERTA PARA CÃES CEGOS

Coleira emite alertas vibratórios à medida que o cão se aproxima das coisas

Coleira emite alertas vibratórios à medida que o cão se aproxima das coisas

Ao buscar uma maior comodidade aos cães portadores de deficiência visual, uma Startup do Rio Grande do Norte criou uma coleira que avisa os cachorros quando então se aproximando de objetos, o que impede acidentes e lesões. A iniciativa tem como missão ofertar uma melhor qualidade de vida aos pets.

 Com apenas 59 gramas e de tamanho único, o aparelho não oferece riscos e o tempo de adaptação varia de um dia até de uma semana. O funcionamento é simples: ao identificar obstáculos, a coleira emitirá alertas vibratórios que vão se intensificando à medida que o animal se aproxima das coisas , pela necessidade de uso em tempo integradal, o objeto possui bateria recarregável, com duração de até três dias.

A iniciativa partiu de duas estudantes, Natália Dantas e Luana Wandecy, que criaram o projeto em 2015 e foi agregado as empresas da incubadora Nova Metrópole, do Instituto Metrópole Digital, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, capacitando a entrada do objeto aos poucos no mercado, com o nome de BlinDog.

“O cão vai tentar entender o que é aquilo e com pouco tempo ele já entende que toda vez que o dispositivo vibrar é porque ele vai bater em algum lugar”, explica Natália Dantas. 

 Atualmente a venda do material só é disponível pela internet, que teve início em outubro de 2018, no valor de R$ 449,00. As projeções para o primeiro ano são de quatro mil unidades comercializadas, com vendas efetuadas para outros estados do Brasil, assim como para outros países, como Estados Unidos, Colômbia e Europa. Por mês, cerca de 15 unidades são fabricadas em Natal.

 Por ainda não estar disponível em lojas físicas, a produção do aparelho está trabalhando para deixá-lo com uma aparência mais profissional, com novas atualizações, é pretendido ampliar os horizontes do produto para outros animais e até diminuir o tamanho do dispositivo e  assim colocá-los em clinicas e petshops.

Fonte: Tribuna do Norte, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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