in

Estudos apontam benefícios no uso de pós-bióticos e paraprobióticos em humanos e animais

Os compostos podem aperfeiçoar a saúde do microbioma gastrointestinal fortalecer a imunidade, e outros melhoramentos

Até pouco tempo contávamos apenas com uso de prebióticos e probióticos para a modulação da microbiota intestinal nos animais e seres humanos. Porém, recentemente, começamos a contar com mais duas categorias de compostos bioativos que atuam como promotores da saúde gastrointestinal e geral, chamados de pós-bióticos e paraprobióticos. 

De acordo com estudos, os dois novos componentes apresentaram benefícios para os seres humanos e animais de laboratório, como, imunomoduladores; Anti-inflamatórios; Antioxidantes; Melhora do eixo intestino-cérebro, entre outros.

Mas, para entender como esses conjuntos trabalham, é importante saber que, os pós-bióticos são os produtos e subprodutos metabólicos secretados por bactérias vivas (probióticas ou não probióticas) ou liberados após lise bacteriana, que podem oferecer efeito bioativo ao hospedeiro, como enzimas antioxidantes (ex. glutationa peroxidase, catalase, peróxido dismutase), proteínas de superfície celular, lipídios  (ex., butirato, propionato, plasmalogênio derivado de dimetil-acetil), proteínas (ex. lactocepina, molécula p40), carboidratos (ex. polissacarídeos ricos em galactose e ácidos teicóicos), vitaminas/cofatores (ex. vitaminas do complexo B), ácidos orgânicos (ex.  ácido propiônico e 3-fenillático) e moléculas complexas como muropeptídeos derivados de peptidoglicanos e os ácidos lipoteicóicos1,2,3

Já os paraprobióticos são os probióticos inativados (intactos ou autolisados), sendo também conhecidos como probióticos fantasma que, quando administrados por via oral ou tópica em quantidades adequadas, conferem benefício ao hospedeiro.

Por conta de todos esses benefícios, os pós-bióticos e os paraprobióticos têm demonstrado tanto efeitos profiláticos quanto terapêuticos. Eles podem melhorar a saúde do microbioma gastrointestinal, fortalecer a imunidade, melhorar a digestão, reduzir a inflamação intestinal e sistêmica e trazer muitos outros efeitos benéficos sem a introdução de bactérias vivas. 

Eles são indicados para situações como: doenças gastrointestinais, disbiose, obesidade, diabetes, dislipidemias, dermatite atópica, alergias alimentares, doenças hepáticas, infecções por H. pylori e Salmonella e até autismo1,2.

Clique aqui para ler o artigo completo, na edição de fevereiro da C&G VF.

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.

LEIA TAMBÉM:

Pequenas mudanças na rotina dos gatos devem ser consideradas sinais de alerta

Especialista em marketing reforça a ideia de inclusão de pets com deficiência no meio publicitário

Pesquisadores interessados já podem se inscrever no 8° Prêmio de Pesquisa PremieRpet

(Foto: C&G VF)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

viagem durante o carnaval

Médica-veterinária fala sobre as mudanças na rotina dos pets durante viagem de carnaval

vacina

Veterinária que atua na Vigilância em Zoonose aborda a importância da prevenção de doenças