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Mixomatose é uma enfermidade com alta mortalidade nos coelhos de estimação

Doença pode ter duas apresentações: forma aguda e forma crônica

Os coelhos são os animais de estimação mais comuns, junto com os cães e gatos. Excelentes como primeiros pets, eles requerem muito menos espaço e tempo de cuidado em comparação aos demais. Apesar de serem independentes, eles são dóceis e brincalhões e podem responder quando chamam pelo nome. Assim como cães, eles possuem várias raças e comportamentos, por isso, e, por vários outros motivos, são escolhidos como animais de estimação.

A mixomatose é uma doença com mortalidade alta, causada pelo Mixoma Vírus, endêmico em lagomorfos da América do Sul, sendo fatal em coelhos europeus, acomete também coelhos selvagens e domésticos. Esta doença tem caráter sistêmico de distribuição cosmopolita e possui uma alta taxa de mortalidade por não haver um tratamento específico para ela.

A transmissão desse vírus acontece por contato direto com animal infectado, contato indiretos por meio de fômites na gaiola do animal ou, ainda, a via mais comum: por meio de vetores, principalmente artrópodes hematófagos (mosquito, ácaro, pulgas, piolhos e moscas); nas pulgas o vírus fica na hemolinfa e, quando ela pica, o animal passa o vírus. Por ser transmitido por artrópodes, eles apresentam um caráter sazonal de acordo com o período de maior reprodução destes e infecta animais que são criados no meio externo, mas pode acometer animais que são criados em meio interno também.

A doença pode ter duas apresentações: forma aguda e forma crônica. Na forma aguda, tem-se uma alta taxa de mortalidade, ocorrendo depois do terceiro dia. Após o início dos sintomas, os animais irão apresentar edemas na cabeça, pálpebras, base das orelhas e genitais, os animais podem apresentar infecções nas pálpebras e conjuntiva ocular que pode levar o animal à cegueira. Com o progresso da doença, o animal apresenta perda de apetite que leva à anorexia. Na forma aguda, podemos ter infecções secundárias como pneumonia bacteriana.

A forma crônica também é chamada de nodular, pois, nela, o animal desenvolverá nódulos que estão, frequentemente, aderidos à musculatura adjacente, podendo ser encontrado nas orelhas, nariz e patas, principalmente. Eles têm uma aparência mucoide, gelatinoso avermelhado e os linfonodos se encontram aumentados, neste caso depois de 10 a 15 dias o animal estará curado, só restando as crostas do nódulo que demoram um pouco mais para desaparecer.

Leia o artigo completo, na edição de fevereiro da C&G VF. Acesse aqui.

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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