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NOVO CANIL PANELIS É INAUGURADO PARA AMPLIAR ESTUDOS DE PALATABILIDADE

Mais de 12 mil testes já foram realizados na unidade brasileira do Centro

Cláudia Guimarães, da redação

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com a colaboração de Sthefany Lara

Empreendedorismo, excelência, agilidade, respeito e proximidade. Essas são as palavras-chaves para melhorar e ampliar o atendimento aos clientes, na visão da Diana Pet Food (Descalvado/SP), que carrega como missão ser líder pioneira em produtos de alto valor agregado e oferecer bem-estar aos animais e a satisfação a seus proprietários.

Quem revelou essas principais preocupações foi o gerente Geral da empresa no Brasil, Alexandre Antoniazzi, durante a inauguração de mais um canil do Centro de Mensuração da Palatabilidade, Panelis, parte da Diana Pet Food, no dia 10 de julho. Ele ainda frisou que os propósitos da companhia estão construídos em grandes pilares: “Prosseguir o crescimento do mercado globalmente, ou seja, estar presente em todos os continentes dos principais países e sempre perto da indústria; reinventar a palatabilidade, sempre ser o líder em inovação e trazer novidades para os animais e para os proprietários; e, por último, investir em direcionadores de crescimento”, enumerou.

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O gerente Geral da Diana Pet Food no Brasil,Alexandre Antoniazzi apresentou os objetivosda empresa (Foto: C&G VF)

Antoniazzi mencionou que o Panelis está presente em boa parte do mundo e soma mais de 950 cães e gatos, além de ser o local onde oito mil testes são realizados por ano, tudo isso em três unidades do existem hoje. “O Centro está presente na França, Brasil e EUA, focando em expertise, qualidade de pesquisa e inovação e, o mais bacana disso tudo, é colocar o bem-estar como algo fundamental na convivência dos animais que são nossos degustadores”, declarou. Só por aqui, os números são expressivos, já que o Panelis existe desde 2003 e já passaram por esta unidade cerca de 150 cães, 200 gatos e cerca de 12 mil testes.

Aprimorando pesquisas. A inauguração do novo canil é algo importante, como descrito pela gerente Regional do Panelis, Juliana Nunes Werneck, que destacou que são os clientes que fazem tudo isso acontecer. “É gratificante a presença de todos para conhecerem mais de perto o nosso trabalho, tudo o que investimos e tudo o que nos dedicamos. Não se trata só de dinheiro, mas, também, sobre tempo, conhecimento, estudo e toda a ciência por trás de tudo o que fazemos aqui”, disse.

Segundo Juliana, o propósito do Panelis é manter os cães equilibrados emocionalmente, para que sejam capazes de degustar o alimento, ou seja, participar de um processo de degustação e não apenas de refeição. “Queremos saber o quanto eles consomem, qual alimento é mais atrativo e qual a primeira escolha desses animais”, informou.

Hoje, como observado pela gerente, os tutores exigem um pouco mais dos fabricantes de petfood. “Eles não querem só que o alimento seja consumido, exigem consumo, mas estabelecem um comportamento esperado nesses pets. Nós só conseguimos analisar esse comportamento se tivermos um ambiente característico, que realmente simule a casa dos animais e que eles tenham essa proximidade com o humano”, avaliou.

Por isso, cada animal que mora no canil recebe carinho e tem proximidade com a equipe, a fim de garantir que tenha o mesmo tratamento. “É como se fossem nossos e, assim, conseguimos oferecer os alimentos de uma forma que eles consigam nos mostrar, aqui, o comportamento de felicidade que os proprietários tanto esperam, que chamamos de ‘análise emocional’”, explicou.

Inauguração com conteúdo. O professor da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp, Jaboticabal/SP), Aulus Carciofi, participou do encontro para falar sobre a macroestrutura, moagem e as configurações do processo de extrusão. “A macroestrutura do kibble é um aspecto complexo. Para entender, buscamos informações de engenharia de materiais, onde a forma, a dimensão e a aparência são pontos importantes. Sabemos que isso tudo importa e que determinadas formas são mais atrativas, bem como o tamanho. Ele influi no desejo e no consumo pelo animal”, comentou.

A textura é uma sensação visual ou tátil da superfície do corpo que também deve ser levada em consideração. “Ela é importante para o toque na língua e no lábio, para saber como o animal interage com aquilo, em relação à aspereza e à dureza”, explanou. A dureza, segundo ele, é a resistência que o corpo sofre ao ser penetrado por outro. “Porosidade é outra caraterística do material que nos interessa e as interrupções entre as matérias: quando há maior espaço interrompido dentro de um corpo, mais denso ele é. E, para nós, está relacionado à capacidade de absorver líquido”, inseriu.

Aulus Carciofi falou um pouco sobre a temática macroestrutura, moagem e as configurações do processo de extrusão (Foto: C&G VF)

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