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NUTRIÇÃO PROMOVE FORTE IMPACTO NA RESPOSTA IMUNOLÓGICA DOS PETS

Sem alimentação adequada, os animais podem apresentar quadros de desnutrição

hillssaude

Cláudia Guimarães, da redação

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Quando o assunto é saúde e bem-estar dos animais – humanos e não humanos –, é possível afirmar que existe uma relação dinâmica entre a nutrição e a imunidade, já que há inúmeros nutrientes que afetam, diretamente, a resposta imunológica. Neste Dia Nacional da Saúde e Nutrição, vamos focar neste entre tantos tópicos acerca do tema.

A supervisora de Assuntos Veterinários Hill´s Pet Nutrition, Brana Sanctos Alô Bonder, explica que essa necessidade de determinados nutrientes faz com que o status nutricional do animal determine a eficiência que a células imunológicas respondem aos estímulos. Daí a importância de cães e gatos desfrutarem de uma nutrição ótima e individualizada, a fim de evitar quadro de desnutrição e, consequentemente, de uma resposta imune ineficiente.

Os efeitos da desnutrição, segundo Brana, são diversos: diminuição de anticorpos, da capacidade bactericida de fagócitos, redução do número total de linfócitos e de mecanismos inespecíficos de defesa, como microbiota, barreiras anatômicas da pele e mucosas, entre tantas outras consequências ao sistema imunológico do animal. “Devemos sempre pensar em ofertar a quantidade de nutrientes necessária para atender a necessidade nutricional específica da espécie. É importante que essas particularidades sejam respeitadas porque, caso contrário, o status nutricional será afetado e irá acarretar todas as consequências anteriormente citadas ao sistema imunológico”, reforça.

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Os sinais da desnutrição são diversos e vão se manifestar deacordo com o nutriente que está deficiente (Foto: reprodução)

Tutor, atenção! Brana aponta que os sinais da desnutrição são diversos e vão se manifestar de acordo com o nutriente que está deficiente no organismo do pet. “Contudo, a condição da pele é um bom indicador do status nutricional do paciente, já que é o maior órgão do corpo e é metabolicamente ativo, sofrendo influência de diversos nutrientes, mas com destaque para proteína, vitamina A, vitamina E, ácidos graxos essenciais e zinco”, enumera. Além disso, a condição do corpo do animal pode ser avaliada também, como mostra a profissional: “Se a condição corporal estiver abaixo do adequado (< 4/9 para cães e <5/9 para gatos) significa que o consumo alimentar não está atendendo a necessidade energética diária”.

Assim que o tutor notar qualquer aspecto citado pela executiva, deve procurar um médico-veterinário, que, por sua vez, deve identificar se há uma doença de base que está aumentando a demanda energética do animal. “Se sim, garantir a adequada ingestão calórico-proteica é essencial. Se o paciente apresentar anorexia, há possibilidades de suporte enteral por via sonda nasoesofágica ou esofágica para assegurar ingestão alimentar suficiente”, revela.

Manutenção da saúde. Neste período de reabilitação da imunidade do animal, Brana conta que existem nutracêuticos com potencial imunomodulador que podem ser empregados, com destaque para a vitamina E, ácidos graxos poliinsaturados ômega 3 o beta glucano. “A vitamina E apresenta ação antioxidante, benéfica para o sistema imunológico, uma vez que o mesmo é particularmente sensível aos efeitos do estresse oxidativo. Isso porque as membranas das células contêm ácidos graxos poliinsaturados, os quais, quando oxidados, prejudicam a fluidez de membrana e, assim, a cascata de sinalização intracelular (comunicação entre as células)”, explana.

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A Hill’s visa oferecer alimentos que atendem as necessidadesnutricionais específicas de cada espécie (Foto: reprodução)

Já os ácidos graxos ômega 3, de acordo com a profissional, uma vez consumidos, são incorporados à membrana celular, tendo efeitos sobre sua integridade e fluidez, atuando, também, na sinalização celular. “Há diversos benefícios na literatura descritos, como para animais hipertensos, doentes renais e cardíacos, artrites, doenças autoimunes, doenças gastrintestinais e câncer, porém a dose a ser administrada vai variar com a enfermidade de base”. Por último, o beta 1,3/1,6- glucano é extraído da parede celular de leveduras e tem sido reconhecido por modular o sistema imune por meio de interações específicas com várias células imunocompetentes, como menciona Brana.

Aliado no tratamento. A Hill´s possui a linha Science Diet que se refere aos alimentos completos e balanceados para cães e gatos. “Isso implica em oferecer alimentos que atendem as necessidades nutricionais específicas de cada espécie, de acordo com a idade, objetivando a nutrição ótima, sem deficiências ou excessos de nutrientes. A Hill´s possui o complexo antioxidante clinicamente comprovado formado pela combinação de vitamina E, beta caroteno, selênio e vitamina C encontrado nos alimentos da linha Science Diet. E, caso o animal tenha alguma doença, a Hill´s possui a linha Prescription Diet, que são alimentos coadjuvantes, abrangendo as principais doenças encontradas na rotina dos médicos-veterinários. O perfil nutricional do alimento vai de acordo com a enfermidade a qual é proposto o tratamento coadjuvante”, informa.

Mas, apenas a ração basta para a recuperação de um animal desnutrido? Brana diz que, se o animal for saudável, não tiver outra condição associada, o fornecimento do alimento completo balanceado de alta digestibilidade específico para a espécie, idade e status fisiológico vai oferecer todos os nutrientes que o animal necessita. “Caso o cão ou o gato esteja doente, é importante o médico-veterinário avaliar se, além do alimento específico para o tratamento coadjuvante, há necessidade de alguma suplementação individualizada”, encerra.

Confira as embalagens da linha Science Diet, da Hill’s abaixo.

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