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PROFISSIONAL DÁ DICAS PARA ENTRAR NO COMÉRCIO ELETRÔNICO SEM GASTAR MUITO

Estabelecimentos pets enxergam na web uma forma de alavancar as vendas

Pesquisas mostram que lojistas disponíveis no “mundo on-line” dobram o faturamento. Mas como entrar no comércio eletrônico sem gastar muito? De acordo com o CEO da plataforma Pet Booking, Robert Dannenberg, existem opções acessíveis para os estabelecimentos estarem na web. 

Segundo ele, não é tão fácil criar e gerenciar uma loja virtual, com isso, os petshops precisam apostar em outras alternativas. “Uma boa opção é estar disponível em um marketplace, segmento que cresce a cada ano e teve alta de 18%, em 2016”, comenta. 

O profissional também separou dicas para entrar no comércio eletrônico através dos marketplaces. Uma delas é entender o que, realmente, é um marketplace. “São plataformas de e-commerce colaborativas, que funcionam como um shopping virtual conectando lojistas e prestadores de serviços a compradores”, explica. 

O segundo item é efetuar o cadastro em uma plataforma confiável. Como Dannenberg comenta, o mercado pet começou a ganhar seus primeiros marketplaces, uma boa alternativa para quem quer entrar no comércio eletrônico sem gastar muito. “Uma das opções é efetuar o cadastro no Pet Booking, plataforma que conecta donos de cães e gatos a diversos prestadores de serviços pets e agendou mais de 5 mil serviços no último semestre. O cadastro é gratuito e rápido, sendo que, após 24 horas do preenchimento dos dados, o prestador de serviço já estará ativo no marketplace”, conta. 

loja

O Pet Booking permite que os profissionais postem fotos, divulguem serviços, preços e promoções por meio do site ou app (Foto: divulgação)

Entre as vantagens que os shoppings virtuais oferecem, o CEO destacou a visibilidade como a principal delas, já que o estabelecimento poderá ser encontrado com facilidade por diversos clientes. Em seguida, vem a divulgação. “Manter o fluxo de visitas nas lojas virtuais não é tarefa simples e, nesses casos, não dá para fugir do investimento em marketing e redes sociais”, pondera. Nos marketplaces, no entanto, os petshops e profissionais do setor pet não precisam se preocupar em destinar orçamento para divulgação, pois estar disponível na plataforma já é uma publicidade, de acordo com ele. “O Pet Booking, por exemplo, permite que os profissionais postem fotos, divulguem os serviços, preços e promoções por meio do site ou aplicativo”, completa. 

O shopping virtual também funciona como uma ferramenta gratuita de gestão e ajuda a controlar a agenda dos estabelecimentos, segundo Dannenberg, além de organizar fluxo e relatórios de serviços e funcionários. Porém, ele destaca que é preciso ficar atento às taxas e comissões. “Alguns marketplaces cobram taxas de 25% por cada venda efetuada ou até mensalidades fixas para disponibilizar os serviços nos sites. Já no Pet Booking o cadastro é gratuito e o profissional só paga R$2,99 por transação realizada por meio da plataforma ou app”, esclarece. 

O especialista diz que, uma vez cadastrado em um marketplace, os prestadores de serviços pets precisam estar preparados para atender mais clientes. “Uma dica valiosa é se atentar as duas agendas – loja física e online – para não ter conflito com datas e horários. Ter uma loja em um shopping virtual permite que milhares de pessoas encontrem seus serviços pela internet, porém, mesmo com o aumento da procura, é essencial que o prestador cumpra cada agendamento realizado por meio das plataformas para fidelizar os cliente”, orienta.

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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