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    PRURIDO PODE SER SINAL DE QUE ALGO NÃO VAI BEM COM OS FELINOS

    Muitas vezes, o médico-veterinário encontra desafios para alcançar o diagnóstico de uma doença. Saber o que está acontecendo com o pet é uma das principais preocupações, também, do tutor que leva o animal à clínica. É isso que acontece com o prurido em gatos, conforme explica a médica-veterinária, mestranda em Ciência Animal com ênfase em Medicina de Felinos, pela Universidade Federal de Minas Gerais, Marina Moller Nogueira. 

    PRURIDO PODE SER SINAL DE QUE ALGO NÃO VAI BEM COM OS FELINOS
    Equipe Cães&Gatos
    Equipe Cães&Gatos
    25 de novembro de 2019
    Última atualização: 25/11/2020 - 13:34

    Muitas vezes, o médico-veterinário encontra desafios para alcançar o diagnóstico de uma doença. Saber o que está acontecendo com o pet é uma das principais preocupações, também, do tutor que leva o animal à clínica. É isso que acontece com o prurido em gatos, conforme explica a médica-veterinária, mestranda em Ciência Animal com ênfase em Medicina de Felinos, pela Universidade Federal de Minas Gerais, Marina Moller Nogueira. 

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    Segundo ela, o prurido é definido como uma sensação desagradável que desencadeia no desejo de coçar. “Em gatos, o ato de coçar pode ser realizado pelas unhas ou por meio de lambedura e mordedura. Muitas vezes, os tutores não percebem que o felino está com prurido, pois esses animais tendem a esconder para coçar”, explica. 

    Marina comenta que o prurido pode atingir felinos de qualquer idade. Além disso, segundo ela, ele não é uma doença e, sim, um sinal clínico. “Sempre que o gato apresentar prurido, deve-se procurar qual é a causa diagnóstica”, recomenda. 

    Ela conta que, dependendo do histórico do felino, das lesões cutâneas que apresenta e do estado geral do paciente, o médico-veterinário vai suspeitar de causas específicas. “Quando a suspeita é de sarna notoédrica, por exemplo, realiza-se um raspado de pele superficial para buscar este parasito. Quando há suspeita de lesões do complexo das dermatoses eosinofílicas, que são comuns em pacientes alérgicos, é realizada citologia da pele, e encontrado, muitas vezes, grande concentração de eosinófilos, que são células presentes quando há reações de hipersensibilidade”, explica. 

    Leia a reportagem completa na edição de novembro da C&G VF. Acesse aqui

    Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD. 

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