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Pets e Curiosidades

Quais espécies de plantas devo manter fora do alcance de cães e gatos?

Veterinária explica como os tutores podem agir em casos de intoxicação
Por Equipe Cães&Gatos
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Por Equipe Cães&Gatos

É comum que animais domésticos tenham o hábito de farejar ou mordiscar tudo ao seu alcance, seja dentro de casa, no quintal, jardim ou até mesmo durante um passeio. Esse comportamento é especialmente observado em filhotes. No entanto, os tutores precisam estar atentos ao tipo de objeto com o qual o animal entra em contato. Um exemplo disso são as plantas ornamentais usadas para decorar ambientes internos e externos, que podem representar um risco tóxico para os animais de estimação.

Ao descobrir que seu animal ingeriu uma planta tóxica, leve-o imediatamente ao veterinário (Foto: reprodução)

De acordo com a médica-veterinária e coordenadora do curso de Medicina Veterinária, da Faculdade Anhanguera, Juliana Dias Martins, é preciso ficar atento aos sintomas que podem indicar que houve ingestão ou contato com alguma planta tóxica. “Frequentemente, os sintomas de intoxicação podem ser erroneamente interpretados como sinais de doenças infecciosas ou parasitárias. Isso acontece devido à sua gama variada, que inclui desde náuseas, vômitos, constipação e distúrbios respiratórios até hipertermia (aumento da temperatura corporal), hiperemia (alteração na circulação sanguínea), ressecamento da pele e mucosas, entre outros sinais clínicos semelhantes”, explica.   

A preocupação também deve ocorrer tanto para animais idosos quanto para filhotes, uma vez que o metabolismo pode estar prejudicado ou pouco desenvolvido, apresentando uma deficiência na defesa do organismo quando há intoxicação. Por isso, é fundamental buscar ajuda de um médico veterinário para realizar todos os procedimentos necessários.

A seguir, a médica veterinária elenca as plantas que normalmente são encontradas nos lares e áreas externas, e são capazes de oferecer risco à saúde de animais domésticos: Lírio da paz (Spathiphylum wallisii), Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata), Bico de Papagaio (Euphorbia pulcherrima Wiild.), Comigo Ninguém Pode (Dieffenbachia picta), Copo de Leite (Zantedeschia aethiopica), Samambaia (Pleopeltis pleopeltifolia), Azaleia (Rhododendron simsii), Filodendro (Philodendron), Primula ou primavera (Primula abconica), Hortênsia (Hydrangeia macrophylla), Palma de Ramos (Cycas revoluta), Jibóia (Epipremnum pinnatum) dentre outras.

Vale ressaltar que ao descobrir que seu animal ingeriu uma planta tóxica, leve-o imediatamente ao veterinário. Se possível, indique qual tipo de planta foi ingerida e a quantidade para que possam realizar o tratamento mais específico. 

Fonte: Anhanguera, adaptado pela equipe Cães e Gatos.

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