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RAIVA HUMANA LEVA JOVEM A ÓBITO E REACENDE DEBATE SOBRE A DOENÇA

Cuidados médicos após infecção são fundamentais no controle da enfermidade

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Infecciosa, a raiva pode contaminar animais e humanos. Após 31 anos um paranaense veio a óbito após ser mordido por um morcego. Mesmo com atendimento médico, o rapaz de 24 anos, não resistiu. O caso ocorreu em Ubatuba (SP).  

A informação é de que o jovem foi mordido enquanto estava dormindo no dia 03 de janeiro, mas só procurou o atendimento médico no dia 15 ao voltar para o Paraná. No ato, foram prescritas quatro doses da vacina antirrábica, porém o rapaz tomou apenas duas.

Com o agravamento dos sintomas, o jovem voltou ao pronto atendimento, chegou a ser internado na UTI, mas não resistiu. “Desde 1987 não registrávamos casos e mortes por raiva humana”, afirma o secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi.

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Os morcegos são animais de hábitos noturnos.Quando encontrados caídos ou voando de dia,podem estar doentes, com o vírus daraiva (Foto: reprodução)

Após a confirmação do óbito decorrente da doença, um ofício foi enviado ao Ministério da Saúde notificando todo o processo de vigilância epidemiológica desenvolvido no Paraná quanto ao caso e a confirmação do diagnóstico de raiva humana.

A estimativa mostra que no mundo são apresentados anualmente 50 mil casos. Manifestações da doença são mais comuns na África e na Ásia.  A maioria dos acidentes acontece pela mordedura de cães, gatos ou contato com morcegos.

Recomendações.  Atualmente, o Estado do Pará registra casos da doença transmitida por morcegos. A orientação é de que a população não entre em contato com este animal, mesmo que já esteja morto, para que não tenha transmissão do vírus.

 A maioria dos acidentes acontece pela mordedura de cães, gatos ou contato com os morcegos. Caso ocorra a mordida recomenda-se lavar o ferimento com água corrente e são e  procurar  imediatamente  uma unidade de saúde para iniciar o tratamento profilático.

“Se o tratamento for realizado em tempo hábil, a possibilidade de a pessoa desenvolver a doença é mínima”, diz a superintendente de Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini.

Fonte: BandaB, adaptado pela equipe Cães&Gatos.

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