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RESIDENTES DE DIFERENTES PARTES DO PAÍS AUXILIAM NO COMBATE À COVID-19

Segundo o CFMV, os profissionais estão auxiliando no atendimento, orientação da população e nas pesquisas

Segundo o CFMV, os profissionais estão auxiliando no atendimento, orientação da população e nas pesquisas

Com a pandemia e a necessidade em se realizar o distanciamento social, as atividades universitárias foram suspensas. Contudo, muitos Programas de Residência em Medicina Veterinária de diferentes Estados do Brasil se voltaram ao combate da doença. Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), os profissionais da área estão auxiliando no atendimento e orientação à população, nas pesquisas, na atenção básica e na vigilância em saúde.

De acordo com a tutora do Núcleo de Medicina Veterinária do programa de Residência Multiprofissional em Atenção Primária à Saúde (RMAPS), no Centro Universitário de Patos (Unifip), Débora Rochelly, a iniciativa proporciona a correlação com outras áreas de trabalho.

“Na Atenção Primária à Saúde, os residentes têm a oportunidade de trabalhar com enfermeiros, psicólogos, fonoaudiólogos, educadores físicos, odontólogos, assistentes sociais. Podem aprender e mostrar o papel do médico-veterinário na saúde única, na melhoria da saúde integral, numa visão interprofissional”, explica.

Entre as regiões que contam com a colaboração de resistentes estão a Bahia, a Paraíba, o Rio de Janeiro, São Paulo e o Distrito Federal.  De acordo com um relato do Conselho, na Bahia os médicos-veterinários dos Programas de Residência da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia (Emevz) da Universidade Federal da Bahia (Ufba) estão atuando em duas frentes durante a suspensão das atividades acadêmicas. Por telefone e WhatsApp, respondem dúvidas sobre a covid-19 e os animais de estimação e também estão produzindo protetores faciais para residentes, técnicos e professores da unidade, que foi reaberta no dia 4 de maio.

Na Universidade de Brasília (UnB), os alunos que atuam no Hospital Veterinário (HVet) elaboraram um plano de contingência para que a retomada no atendimento do hospital, prevista para 15 de junho, ocorra sem que os profissionais sejam colocados em risco.

“Podemos oferecer essa consultoria gratuita a esses estabelecimentos, levando em consideração as particularidades físicas e o espaço de cada um”, contou o médico-veterinário residente que participou do trabalho, Bryam Amorim Santana.

Na Paraíba os médicos-veterinários estão atuando juntamente com outros profissionais de saúde no enfrentamento da pandemia nos municípios de Patos e Santa Luzia. Na primeira, barreiras sanitárias na rodoviária local são realizadas, recepcionando o orientando passageiros sobre os cuidados de higiene e distanciamento social. Já na segunda, está sendo realizado o atendimento virtual (TeleSaúde), para esclarecer dúvidas da população sobre a covid-19.

Já nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, o teleatendimento também tem sido trabalhado para esclarecer dúvidas sobre os impactos da covid-19 em animais domésticos e os cuidados a serem tomados durante o período de distanciamento social. Contudo em São Paulo, por ser a região de maior número de casos, diferentes instituições se mobilizaram, como FMVA-Unesp, campus Araçatuba; FMVZ-Unesp, campus Botucatu; FCAV-Unesp, em Jaboticabal e FMVZ-USP.

Entre as ações realizadas por elas estão a vigilância epidemiológica, o gerenciamento de leitos e a regulação de vagas para o Ambulatório de Triagem Especial do setor de infectologia, p diagnóstico molecular da covid-19 e a aplicação de questionários aos pacientes de hospitais.

Para mais informações, acesse o levantamento completo disponível no portal oficial do CFMV. 

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