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    TUTORES AFETAM NEGATIVAMENTE A SAÚDE DOS PETS COM A HUMANIZAÇÃO

    Atitudes que humanizam os cães e gatos de companhia podem acarretar inúmeros problemas físicos e mentais a eles. Essas decisões ainda são capazes de prejudicar aquele animal que passa por um tratamento ou, simplesmente, está visitando o veterinário. 

    TUTORES AFETAM NEGATIVAMENTE A SAÚDE DOS PETS COM A HUMANIZAÇÃO
    Equipe Cães&Gatos
    Equipe Cães&Gatos
    7 de maio de 2018
    Última atualização: 01/12/2020 - 16:12

    Atitudes que humanizam os cães e gatos de companhia podem acarretar inúmeros problemas físicos e mentais a eles. Essas decisões ainda são capazes de prejudicar aquele animal que passa por um tratamento ou, simplesmente, está visitando o veterinário. 

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    “Quando a humanização dos animais de estimação passam a comprometer o atendimento do clínico?” é a principal questão que os veterinários entrevistados pela Revista Cães&Gatos VET FOOD buscaram frisar na edição deste mês. Para a médica-veterinária dermatóloga, Juliana Caltabellotta Gomes Morad, antes de mais nada, é importante pensar no limite desse hábito, que, em sua visão, é quando há a quebra do equilíbrio entre o relacionamento humano-animal, deixando de ser saudável e passando a causar sofrimento físico e psíquico, para qualquer uma das duas partes. 

    A profissional especializada em Clínica Geral de Cães e Gatos, Mayara Tóffolo Carter, também destaca esse desequilíbrio e ainda ressalta que muitos tutores que humanizam seus animais se esquecem das necessidades fisiológicas das espécies. 

    “Esse ato desrespeita o comportamento natural do animal”, acrescenta a veterinária especialista em Medicina Felina e Clínica Geral de Cães e Gatos, Gabriela Toledo. Ela ainda dá exemplos que extrapolam o limite dessa relação: “Fazer um animal andar de bicicleta, fazê-lo andar somente apoiado nas patas traseiras, vesti-lo como uma pessoa, submeter um pet a tratamentos estéticos que não agregam nada à saúde, como pintar as unhas, fazer chapinha, tingir os pelos, tomar banho em ofurô, entre outros”, enumera. 

    Leia a reportagem completa na edição de maio da C&G VF. 

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