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Clínica e Nutrição

Veterinária Priscila Rizelo explica sobre a doença renal crônica em gatos e cães

Por Equipe Cães&Gatos
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Por Equipe Cães&Gatos

A prevalência da doença renal crônica aumenta drasticamente com a idade, sendo a causa número um de morte em gatos com mais de cinco anos e afetando de 30 a 40% dos felinos com idade superior a dez anos. A prevalência é menor em cães, mas a progressão é, geralmente, mais rápida, e ainda, se estima que um em cada dez cães terá DRC durante a vida. Esta é uma condição altamente complexa que historicamente tem sido difícil de diagnosticar, uma vez que o início dos sintomas, na maioria das vezes, é tardio.  

A DRC refere-se a uma alteração renal persistente (≥ 3 meses). A perda da função renal geralmente, é progressiva e irreversível, o que resulta na perda da capacidade de filtração dos rins, e das capacidades metabólicas e endócrinas.  

O importante no manejo da DRC é rastrear os pacientes para diagnosticar a doença o mais rápido possível. O diagnóstico adequado da DRC, geralmente, envolve mais de uma etapa e deve ser feito em duas visitas consecutivas para identificar tendências (aumento da concentração de creatinina, dimetilarginina simétrica – SDMA ou ambos desses biomarcadores dentro da faixa de referência) indicando DRC precoce, ou confirmar se esses biomarcadores estão persistentemente acima da faixa de referência. Os estágios da DRC são estabelecidos por diretrizes da International Renal Interest Society – IRIS (2019), classificada em quatro estágios.  

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(Foto: C&G VF)

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.

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