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Vetoquinol participa de Simpósio Internacional de Leishmaniose Visceral Canina

Por Equipe Cães&Gatos
Vetoquinol
Por Equipe Cães&Gatos

A Vetoquinol Saúde Animal participa do XXIII Simpósio Internacional de Leishmaniose Visceral Canina, de 12 a 13 de novembro, em Belo Horizonte (MG). A empresa apresenta solução para prevenção da doença, que pode ser fatal para animais e também para seres humanos. O evento acontece no auditório da Pontifícia Universidade Católica (PUC) na Rua Sergipe, 790. 

“Dados do Ministério da Saúde mostram que, de 2016 a 2020, foram registrados mais de 16 mil casos de leishmaniose em humanos. Estudos indicam que, para cada caso confirmado em pessoas, podem existir 200 cães infectados. Esses números revelam a importância de debater o tema profundamente”, afirma o médico-veterinário e gerente técnico e de marketing de animais de companhia da Vetoquinol, Jaime Dias. 

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A leishmaniose visceral é provocada por um protozoário do gênero Leishmania (Foto: Reprodução)

A leishmaniose visceral é provocada por um protozoário do gênero Leishmania, transmitido pela picada do mosquito-palha, inseto presente em todas as regiões brasileiras. Identificar o problema não é tão simples e um profissional deve ser consultado sempre que o tutor notar sintomas, como desânimo, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento progressivo, perda de massa muscular, descamações na pele e feridas, por exemplo.  

“Para prevenir a leishmaniose, é preciso manter o mosquito-palha longe dos pets, quebrando o ciclo de transmissão de cão para cão e de cães para seres humanos. O método mais eficaz para ter sucesso é utilizar coleiras com ação repelente contra o mosquito vetor, como Frontmax, da Vetoquinol. Com eficácia comprovada, Frontmax é a única coleira no mercado que atua contra os mosquitos transmissores da leishmaniose, pulgas e carrapatos por um período de até 8 meses”, diz o veterinário.  

Frontmax Coleira foi desenvolvida com o uso de termopolímeros que impedem a oxidação dos princípios ativos quando expostos à luz solar, além de dermocosméticos que contribuem para a redução das possíveis reações de pele. ”Resistente à água e sem cheiro, a coleira tem a combinação exclusiva de três princípios ativos, que ficam em contato com a gordura da pele e com os pelos do animal e é indicada para cães de todas as raças”, finaliza Jaime Dias. 

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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