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VOLUNTÁRIOS CONSTROEM ABRIGO PARA GATOS QUE VIVIAM PERTO DE MANGUE

Área é monitorada para evitar que o número de abandonos aumente

Brinquedos, redes, casas e até placas. Essa poderia ser a descrição de um condomínio, mas é a área criada por voluntários em São Luís (MA) para abrigar gatos que estavam abandonados. O conjunto de “residências” recebe atualmente 150 gatos. O espaço está localizado próximo às margens do rio Bacanga, área de mangue.

Por conta dessa localização muitos animais estavam morrendo quando a maré enchia. Diante deste cenário quatro voluntários se reuniram e construíram o local, que deve servir como medida paliativa.  O grupo também salienta que a medida mais apropriada é a castração para evitar a superpopulação.

“Antes o local era só mangue e morria muito gato, principalmente filhotes. Eles ficavam atolados na lama, a maré enchia e levava os bichinhos afogados. Por conta disso, eu e três protetores tomamos a iniciativa de acimentar, murar e construir casas novas para dar dignidade a eles”, declara a voluntária, Teresa Torres.

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Ao todo são três casas de madeira, sendo as duas maioresdividias entre os gatos grandes e os menorese a terceira  para abrigar as fêmeascom filhotes (Foto: reprodução)

Além de todo trabalho para construção da área o grupo também criou um sistema de fiscalização para evitar que o número de animais abandonados no local aumente. Todos os dias eles se revezam para visitar o local, que é monitorado 24 horas por duas câmeras.

“As pessoas que, de hoje em diante, vierem abandonar animais aqui serão reconhecidas, denunciadas e nós vamos tomar providências porque não queremos abandono aqui”, afirma Torres.

Os voluntários também têm dividido as despesas, por mês são consumidos 14 sacos de ração. Além disso, os animais também necessitam de castrações, remédios e até cuidados especiais, como é o caso da Felicidade, uma das gatas do abrigo, que foi encontrada com cortes profundos no pescoço.

Quem cuida dela é o voluntários Osnir Farias, que relata estar em busca de um tutor para a gata. “Passo o dia alimentando, passando medicação neles quando estão doentes, passando para adoção e sensibilizando as pessoas para não colocar animais aqui porque está bonito, mas é um lugar de abandono”, relata.

Fonte: G1, adaptado pela equipe Cães&Gatos.

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