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Animais tentam se comunicar telepaticamente com seres humanos

Disseminador da senciência menciona caso de comunicação extrassensorial

A ciência oficial descartava a possibilidade da existência de capacidades cognitivas em animais, entendendo que somente os humanos, as possuiam, em virtude do córtex cerebral ser muito complexo e desenvolvido, diferentemente dos animais. Porém, estudos recentes apontam que não é o córtex cerebral o responsável por estas propriedades, mas todo o corpo cerebral, o que faz dos animais serem sencientes.

A mais recente descoberta tem sua contextualização na forma singular de como eles se manifestam ou tentam se comunicar com as pessoas, como conta o jornalista e disseminador da senciência no Brasil, Gilberto Pinheiro. “Os animais domésticos comunicam-se ou tentam comunicar-se com seus tutores por meio de percepções extrassensoriais. O que pode parecer absurdo para todos nós, não é para a Etologia, ciência que estuda o comportamento animal”, explica. Ele ainda conta que, segundo o livro “Inside the Animal world - Por dentro do mundo animal”, de Maurice e Robert Burton, as evidências são irrefutáveis e pode-se concluir que os animais tentam se comunicar telepaticamente com seus donos.

oscar
Gato sentou em uma das pernas de um paciente e,
depois, descobriram que ele estava desenvolvendo
uma trombose exatamente na perna onde
o animal estava (Foto: reprodução)

Um caso interessante mencionado por Pinheiro ocorreu dentro de um hospital, cujas percepções ajudaram a salvar vidas, após os médicos prestarem atenção ao que o animal queria transmitir. “O fato ocorreu na Flórida, EUA, em 2012, quando o gato Oscar teve a liberdade de se locomover, adentrando quartos e visitando pacientes com Mal de Alzheimer e Parkinson. O felino ainda habita o hospital, pois fora adotado pelos médicos por seus valiosos serviços de percepção extrassensorial”, conta. Na verdade, o animal percebe algo errado em algum paciente e começa a miar insistentemente, como se quisesse transmitir uma mensagem que ninguém consegue decodificar. “Resultado: o paciente morre no mesmo dia. Para melhor resumir, foram mais de 50 óbitos, o que intrigou os médicos, que passaram a combinar com os enfermeiros que toda vez que este gato parasse em frente a um paciente, que o mesmo fosse conduzido para a UTI para melhor observação, pois alguma anomalia estava ocorrendo”, narra.

Além da comunicação extrassensorial, há também outras hipóteses que são levadas em consideração, de acordo com o jornalista, como, por exemplo, o ser humano na iminência de morrer, as glândulas sudoríparas excretam substâncias no ar que o ser humano não consegue detectar, somente os animais.

Na visão de Pinheiro, as verdades sobre os animais, aos poucos, estão sendo reveladas e, por conseguinte, será preciso modificar o entendimento sobre toda a fauna. “Os animais merecem viver com dignidade, distante do ranço antropológico como se fôssemos superiores às demais manifestações de vida. Somos, na verdade, todos seres sencientes e o ser humano tem o dever de zelar, cuidar e proteger os animais, colocando fim ao conceito de que eles nasceram para nos servir”, opina. Para ele, tais conhecimentos precisam ser levados às escolas e universidades para modificar paradigmas. “A senciência animal é um fato que veio para mudar e melhorar o bem-estar de todos os animais da Terra”, finaliza.

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães&Gatos VET FOOD.

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