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Boehringer Ingelheim orienta como proteger seu pet da gripe canina

Embora mais comum no inverno, a doença pode afetar os cães em qualquer estação. Entenda os riscos, formas de transmissão e como a vacinação é essencial para a prevenção

Boehringer Ingelheim orienta como proteger seu pet da gripe canina
Por Sthefany Lara
11 de fevereiro de 2025
Última atualização: 14/02/2025 - 11:25

A gripe canina é uma preocupação dos tutores em dias mais frios, como no inverno. No entanto, eles devem ficar atentos, também, em outras épocas do ano e, até mesmo, nos dias mais quentes, como no verão, pois o animal pode também ficar gripado nesta estação, como explica a médica-veterinária e gerente Técnica de Pets da Boehringer Ingelheim,  Karin Botteon.

A gripe canina ou até mesmo “tosse dos canis”, como é chamada popularmente, pode ser causada por vírus e bactérias (Foto: reprodução)

“Embora a doença seja mais frequente durante os meses mais frios do ano, principalmente por fatores predisponentes como alta concentração dos animais em ambientes fechados e sem ventilação, é importante lembrar que os agentes causadores da ‘gripe canina’ são transmitidos por animais infectados, assim, mesmo no verão, ambientes com muitos animais, podem, sim, funcionar como um risco, caso haja um indivíduo contaminado no ambiente e este entre em contato com indivíduos suscetíveis”, diz.

Karin explica que a transmissão dos agentes causadores se dá, principalmente, pelo contato oronasal com animais infectados e por meio aerossóis (partículas dos vírus e/ou bactérias, que são excretados durante os quadros de espirros e tosse do animal contaminado). “Também é possível a transmissão por fômites, ou seja, por objetos (brinquedos, potes de água e comida, etc) e até pela roupa de pessoas que tiveram contato com animais infectados. Embora a maioria dos agentes não sobreviva muito tempo no ambiente, a presença de secreção nestes fômites pode preservar estes agentes por mais tempo, podendo contaminar animais suscetíveis que tenham contato com estas secreções contaminadas. Portanto, ambientes compartilhados podem, sim, ser um risco para a propagação dos agentes causadores”.