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Falta de apetite e anorexia são problemas comuns nos gatos

Veterinária comenta sobre anorexia e hiporexia e sobre as forma mais eficaz para o tratamento
Por Equipe Cães&Gatos
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Por Equipe Cães&Gatos

A falta de interesse pela comida, a redução do apetite (hiporexia) ou a completa perda de apetite (anorexia) em gatos são sintomas clínicos mais comuns do que muitas pessoas imaginam – porém, nem sempre são fáceis de diagnosticar. Se um gato passar mais de 24 horas sem comer, isso pode ser um sinal de uma alteração, muitas vezes significativa. Portanto, a atenção e a avaliação cuidadosa do tutor são de extrema importância para identificar mudanças comportamentais, possíveis sinais de dor física ou ingestão de algo prejudicial. Observar a rotina do animal é o primeiro passo crucial. 

A ausência de apetite em felinos por mais de três dias, se não diagnosticada e tratada, pode evoluir para um possível quadro de anorexia a curto prazo – trazendo complicações metabólicas, e sendo necessária intervenção terapêutica imediata. “Quando o gato para de comer, o período de tempo que passa até que ele receba atendimento médico é um fator fundamental que pode salvar a vida do animal. É importante levar o bichano o quanto antes ao veterinário”, afirma Dra. Carla Santos, médica-veterinária e especialista em felinos. 

A prescrição de um estimulante de apetite pode prevenir a piora do
quadro clínico em diversas circunstâncias (Foto: reprodução)

Nesse processo de cuidados é importante realizar os exames clínicos e complementares de sangue e de imagem para identificar o que possivelmente levou à falta ou diminuição do apetite. “Enquanto a gente não consegue descobrir por que o gato não está comendo, a prescrição de um estimulante de apetite pode prevenir a piora do quadro clínico em diversas circunstâncias”, enfatiza Dra. Carla. 

O estimulante de apetite servirá como uma intervenção imediata evitando, inclusive, complicações na saúde do gatinho como doenças por consequência da falta de comida. “Diferente de outros animais, a anorexia no felino constitui fator crucial para o desenvolvimento da lipidose hepática (ou seja, gordura no fígado), com alto índice de morbidade e mortalidade, já que o quadro pode evoluir para hepatite aguda, colestase intra-hepática grave e insuficiência hepática progressiva”, explica. “Portanto, quanto antes o pet for levado ao consultório e iniciado o tratamento, melhor”, ressalta o especialista. 

No Brasil, o único tratamento exclusivo para anorexia felina é o medicamento Mirtz, que atua como estimulante do apetite e auxilia no ganho de peso do paciente felino com anorexia ou hiporexia. O Mirtz 2mg (Mirtazapina) é produzido pela Agener, a marca mais lembrada pelos veterinários e criada pela União Química.

Fonte: Agener União, adaptado pela equipe Cães e Gatos VET FOOD.

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