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    Para ajudar no tratamento de feridas, startup cria biocurativo com pele de cachorro

    O curativo é feito com células vivas do próprio animal e tem como finalidade acelerar o processo de recuperação

    Para ajudar no tratamento de feridas, startup cria biocurativo com pele de cachorro
    Equipe Cães&Gatos
    Equipe Cães&Gatos
    8 de julho de 2025

    Uma startup da Lituânia, chamada Vital3D, tem um projeto que visa revolucionar os transplantes de órgãos humanos. Contudo, sua primeira inovação não foi desenvolvida para pessoas e sim para cães.

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    Basicamente, a ideia consiste na bioimpressão de um curativo, que tem como foco acelerar a regeneração da pele dos animais.

    De acordo com a empresa, o produto é desenvolvido com células vivas dos próprios animais e pode reduzir o tempo de recuperação de 10 a 12 semanas para 4 a 6 semanas e diminui, significativamente, a necessidade de visitas ao veterinário.

    Segundo os dados divulgados, o mercado global de cuidados com ferimentos em animais deve crescer de US$1,4 bilhão em 2024 para US$2,1 bilhões até 2030. A Vital3D prevê que a demanda inicial do segmento na União Europeia e nos Estados Unidos atinja €76,5 milhões e tem planos de vender 100.000 unidades até 2028.

    Por mais que essa primeira invenção seja voltada para a Medicina Veterinária, na realidade, o objetivo da startup é utilizar a tecnologia de impressão 3D de tecidos vivos para imprimir órgãos humanos, começando pelos rins.

    Fonte: Exame, adaptado pela equipe Cães e Gatos.

    FAQ

    Como é feito o biocurativo?

    O curativo é criado com células vivas dos próprios animais a partir da tecnologia de impressão 3D de tecidos vivos.

    Qual o benefício desse biocurativo?

    A ideia é que o curativo diminua o tempo de recuperação das feridas e minimize a necessidade de visitas ao veterinário.

    Qual é a ideia principal da empresa?

    O principal intuito da empresa é imprimir órgãos humanos, começando pelos rins.

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