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Pets demandam cuidados para chegar na “terceira idade” com qualidade de vida

Os humanos, quando envelhecem, precisam de cuidados especiais. E com os pets não é diferente: a demora no diagnóstico de algumas doenças e falta de acompanhamento preventivo adequado podem acarretar perda da qualidade de vida desses animais, que sem dúvida já fazem parte das famílias de seus tutores. 

Pets demandam cuidados para chegar na “terceira idade” com qualidade de vida
Por Equipe Cães&Gatos
29 de março de 2023

Os humanos, quando envelhecem, precisam de cuidados especiais. E com os pets não é diferente: a demora no diagnóstico de algumas doenças e falta de acompanhamento preventivo adequado podem acarretar perda da qualidade de vida desses animais, que sem dúvida já fazem parte das famílias de seus tutores. 

Por isso, é preciso se atentar a dicas e orientações que ajudam a preservar a saúde e a garantir uma vida com mais conforto e bem-estar para os pets que estão em fase de envelhecimento. 

No caso dos felinos, os sinais de envelhecimento começam a partir dos sete anos. Já para considerar um cachorro idoso, é preciso levar em conta a raça e o porte — geralmente, cães de médio e pequeno portes tendem a ter uma vida mais prolongada que os de grande porte. Mas, de forma geral, por volta dos 6 a 7 anos os cachorros também já são considerados idosos.  

Felinos já são considerados idosos a partir dos 7 anos (Foto: Reprodução)

A médica-veterinária e promotora Técnica da VetBR, Gabriela Martins de Araújo, explica que, quando o animal envelhece, pode haver mudanças no seu comportamento que precisam estar no radar do tutor. 

“São alterações comuns, metabólicas e físicas, como a sonolência excessiva. Com a visita periódica ao veterinário, possíveis diagnósticos e acompanhamentos são realizados de forma mais assertiva e atualizada por meio de uma série de exames, como por exemplo o hemograma, urinálise e coproparasitológico. Além disso, exames de ultrassonografia e radiografia revelam possíveis alterações nos órgãos e na estrutura óssea”, afirma.

Entre as doenças mais comuns nesta faixa etária estão a síndrome da disfunção cognitiva, endocrinopatias, neoplasias, além de doenças cardíacas e problemas renais. Por isso, com a chegada da senioridade, é importante que os tutores estejam atentos à saúde de seus animais de estimação e busquem acompanhamento veterinário regularmente. 

Os profissionais também podem fazer recomendações específicas e verificar a necessidade de cuidados extras com a alimentação, vacinação, exercícios, suplementos ou medicações que ajudam a melhorar a qualidade de vida do animal idoso. 

E quando o pet apresenta dificuldades para se deslocar e subir escadas, rampas podem facilitar a locomoção e tornar a vida dele mais confortável e segura, com maior autonomia e independência. “As adaptações podem contribuir para a prevenção de lesões e ajudar a evitar o agravamento de problemas de saúde já existentes”, complementa Araújo.

O local onde o animal está descansando ou dormindo também merece atenção: com a idade mais avançada, o metabolismo acaba ficando mais lento e o animal pode vir a sentir mais frio e desconfortos decorrentes do clima. Por isso, é recomendável proporcionar uma estrutura coberta e aconchegante, principalmente quando os animais dormem do lado de fora das casas.

Confira mais dicas no site da VetBR

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães&Gatos.

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