Assim como os seres humanos, os gatos também têm necessidades nutricionais específicas em cada fase da vida e, para garantir que todos os nutrientes sejam repassados ao animal da melhor forma, os médicos-veterinários devem orientar e indicar as melhores opções alimentares aos tutores.
A Dra. Andressa Rodrigues Amaral, especialista de Relacionamento Científico da PremieRpet, explica que os filhotes precisam de uma dieta rica em proteínas e calorias, essenciais para o crescimento muscular e o desenvolvimento de órgãos. “Minerais como cálcio e fósforo são fundamentais para o desenvolvimento ósseo, e o alimento deve ser de fácil digestão, já que o sistema digestório ainda está em processo de maturação”, aponta.
Na fase adulta, as necessidades calóricas diminuem e é necessário estar atento ao alimento e a quantidade fornecida para evitar o risco de obesidade. “No entanto, a ingestão de proteínas continua sendo crucial para manter a massa muscular e o bom funcionamento do organismo”, destaca.
Já para os gatos idosos, a qualidade das proteínas e a digestibilidade dos alimentos tornam-se ainda mais relevantes nessa fase, pois alguns estudos mostram que sua capacidade de digestão desse nutriente bem como da gordura pode reduzir a partir dos 12 anos, principalmente. “Essa abordagem personalizada para cada fase da vida ajuda a promover a saúde e o bem-estar dos gatos ao longo de toda a sua jornada”, garante.

A doutora comenta que a mudança de uma fase para outra (filhote, adulto, idoso) deve ser feita de forma gradual e cuidadosa para garantir que o gato se adapte bem à nova dieta e para evitar alterações digestivas ou desequilíbrios nutricionais. “A transição alimentar é importante porque cada fase da vida tem necessidades nutricionais distintas. A mudança abrupta pode causar desconforto ou até mesmo diarreia”, salienta.
A “mudança de fase” dos estágios de filhote, adulto e idoso variam de animal para animal, mas Andressa afirma que, geralmente, são considerados filhotes até 12 meses, adultos até os seis anos e idosos acima disso. “Ideal é fazer a mistura de alimentos e não a mudança completa de um dia para outro. Converse com o médico-veterinário de sua confiança para que ele possa acompanhar a mudança da dieta”, orienta.
A gerente Nacional de Relacionamento Científico da PremieRpet, Karen Verski, comenta que a empresa possui dietas específicas para cada fase da vida do gato, tanto alimentos secos, como úmidos. “São mais de 111 produtos em nosso portfólio para atender aos paladares dos felinos mais exigentes, com variedade de sabores e especificidades para atender diversas especialidades, seja com alimento de manutenção ou para auxílio de tratamento de doenças crônicas”, revela.

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