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    Projeto de Lei propõe obrigatoriedade de médicos-veterinários em supermercados

    Diogo Alves, presidente do CRMV-RJ, entrega proposta à deputada estadual Rosângela Zeidan, reforçando a segurança alimentar no Rio de Janeiro

    Projeto de Lei propõe obrigatoriedade de médicos-veterinários em supermercados
    Equipe Cães&Gatos
    Equipe Cães&Gatos
    21 de março de 2025

    Nesta semana, o presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ), Diogo Alves, entregou à deputada estadual Rosângela Zeidan, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), um Projeto de Lei que propõe a obrigatoriedade da presença de médicos-veterinários em supermercados. A medida visa garantir a segurança alimentar, protegendo a saúde da população e prevenindo problemas sanitários nos produtos alimentícios, especialmente os de origem animal. “A presença do médico-veterinário é essencial para assegurar a qualidade dos alimentos e evitar riscos à saúde dos consumidores”, declarou Alves.

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    O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ), Diogo Alves, e deputada estadual do RJ Rosângela Zeidan (Foto: Divulgação)

    Além de discutir o projeto, Diogo Alves aproveitou a oportunidade para apresentar outras iniciativas que visam destacar a importância da Medicina Veterinária na saúde pública. Entre as propostas, foi mencionada a experiência da Prefeitura de Maricá, que realiza convênios com clínicas veterinárias particulares para o programa de castração de animais, voltado para famílias de baixa renda. Esse modelo busca ampliar o acesso a serviços veterinários essenciais e melhorar a qualidade de vida dos animais no município.

    Durante o encontro, a deputada Rosângela Zeidan ressaltou a relevância da colaboração com o CRMV-RJ. “É muito importante essa parceria, pois a Medicina Veterinária não se resume apenas à proteção dos animais, mas também tem um papel fundamental na saúde pública. Essa reunião visa criar projetos de lei que possam beneficiar o estado e os municípios, promovendo avanços na legislação e regulamentação da profissão”, afirmou a deputada. A parceria entre o Conselho e a Alerj promete fortalecer ainda mais a atuação dos médicos-veterinários em diversas áreas.

    A proposta de tornar obrigatório o médico-veterinário nos supermercados destaca a relevância desses profissionais na inspeção e controle sanitário dos alimentos. Sua presença garante que produtos como carnes, queijos e embutidos atendam aos padrões de segurança exigidos. Isso não só previne perdas e fraudes, mas também assegura que os consumidores tenham acesso a produtos de qualidade. A presença do médico-veterinário no processo de fracionamento de produtos, por exemplo, garante que a integridade sanitária do alimento seja mantida, mesmo após a alteração da embalagem.

    Fonte: CMRV-RJ, adaptado pela equipe Cães e Gatos.

    FAQ

    1. O que propõe o Projeto de Lei apresentado pelo presidente do CRMV-RJ?
    O Projeto de Lei propõe a obrigatoriedade da presença de médicos-veterinários em supermercados. O objetivo é garantir a segurança alimentar, protegendo a saúde da população e prevenindo problemas sanitários em produtos alimentícios, especialmente os de origem animal.

    2. Quais outras iniciativas foram discutidas durante a reunião entre Diogo Alves e a deputada Rosângela Zeidan?
    Além do projeto de lei, Diogo Alves discutiu outras iniciativas voltadas à saúde pública, como o modelo de convênios da Prefeitura de Maricá, que oferece programas de castração de animais para famílias de baixa renda, ampliando o acesso a serviços veterinários essenciais e melhorando a qualidade de vida dos animais.

    3. Qual é a importância da presença de médicos-veterinários em supermercados?
    A presença de médicos-veterinários nos supermercados é fundamental para a inspeção e controle sanitário dos alimentos, garantindo que produtos de origem animal como carnes, queijos e embutidos atendam aos padrões de segurança exigidos. Além disso, essa presença evita fraudes e perdas no armazenamento e fracionamento de produtos, assegurando que a integridade sanitária seja mantida.

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